segunda-feira, 21 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
EUA, 04 de julho de 1947, Hollister, Califórnia – O dia em que tudo mudou
A foto que escandalizou a América
O incidente ocorrido em 04 de julho de 1947 em Hollister, Califórnia (USA) pode ser atribuído a um erro de cobertura de imprensa e a um texto sensacionalista que tinha como objetivo vender mais jornais (prática da época). De acordo com relatos, Barney Peterson, um fotógrafo do San Francisco Chronicle, publicou a foto de um motociclista bêbado equilibrando-se precariamente sobre uma motocicleta Harley-Davidson, cercado por cascos de cerveja quebrados e segurando uma cerveja em cada mão com a seguinte manchete: “e assim, a América”
O San Francisco Chronicle exagerou quando, no artigo, afirmava que “motociclistas realizavam competições em todas as ruas e entravam com suas motocicletas dentro de bares e restaurantes”. Para piorar este episódio a revista utilizou palavras como “terrorismo” e “pandemônio”. Também afirmavam que as mulheres que acompanhavam os motociclistas eram qualquer coisa, menos “senhoritas americanas”.
O artigo serviu para insuflar os ânimos na região e logo apareceram os primeiros desentendimentos que resultaram até em morte. A revista Life, em 21 de julho de 1947, aproveitando o momento, publicou um artigo usando a mesma foto do motociclista bêbado com o seguinte título: “Ele e os seus amigos aterrorizam a cidade” (Cyclist’s Holiday: He and Friends Terrorize Town). O artigo afirma que “quatro mil membros de um moto clube eram responsáveis pelo tumulto.” Mais do que um exagero essa afirmação era uma deslavada mentira, pois nenhum motoclube havia conseguido juntar, pelo menos a metade desse número, naquela época.
Bastaram apenas 115 palavras colocadas logo abaixo de uma imagem gigantesca de um motociclista bêbado para causarem tumulto por todo país. Alguns autores afirmaram que a AMA liberou para imprensa uma nota que desmentia a sua participação no evento de Hollister e indicava que 99% dos motociclistas eram pessoas de bem, cidadãos cumpridores da lei, e que os clubes de motociclistas da AMA não estiveram envolvidos na baderna. Porém a Associação Americana do Motociclista não tem nenhum registro de tal nota. A revista Life publicou o comentário de pelo menos de três pessoas, uma delas era Paul Brokaw, um proeminente editor de um periódico chamado Motorcyclist. Brokaw ‘detona’ a Revista Life considerando que a imagem publicada era totalmente descabida e mentirosa.
O incidente ocorrido em 04 de julho de 1947 em Hollister, Califórnia (USA) pode ser atribuído a um erro de cobertura de imprensa e a um texto sensacionalista que tinha como objetivo vender mais jornais (prática da época). De acordo com relatos, Barney Peterson, um fotógrafo do San Francisco Chronicle, publicou a foto de um motociclista bêbado equilibrando-se precariamente sobre uma motocicleta Harley-Davidson, cercado por cascos de cerveja quebrados e segurando uma cerveja em cada mão com a seguinte manchete: “e assim, a América”
O San Francisco Chronicle exagerou quando, no artigo, afirmava que “motociclistas realizavam competições em todas as ruas e entravam com suas motocicletas dentro de bares e restaurantes”. Para piorar este episódio a revista utilizou palavras como “terrorismo” e “pandemônio”. Também afirmavam que as mulheres que acompanhavam os motociclistas eram qualquer coisa, menos “senhoritas americanas”.
O artigo serviu para insuflar os ânimos na região e logo apareceram os primeiros desentendimentos que resultaram até em morte. A revista Life, em 21 de julho de 1947, aproveitando o momento, publicou um artigo usando a mesma foto do motociclista bêbado com o seguinte título: “Ele e os seus amigos aterrorizam a cidade” (Cyclist’s Holiday: He and Friends Terrorize Town). O artigo afirma que “quatro mil membros de um moto clube eram responsáveis pelo tumulto.” Mais do que um exagero essa afirmação era uma deslavada mentira, pois nenhum motoclube havia conseguido juntar, pelo menos a metade desse número, naquela época.
Bastaram apenas 115 palavras colocadas logo abaixo de uma imagem gigantesca de um motociclista bêbado para causarem tumulto por todo país. Alguns autores afirmaram que a AMA liberou para imprensa uma nota que desmentia a sua participação no evento de Hollister e indicava que 99% dos motociclistas eram pessoas de bem, cidadãos cumpridores da lei, e que os clubes de motociclistas da AMA não estiveram envolvidos na baderna. Porém a Associação Americana do Motociclista não tem nenhum registro de tal nota. A revista Life publicou o comentário de pelo menos de três pessoas, uma delas era Paul Brokaw, um proeminente editor de um periódico chamado Motorcyclist. Brokaw ‘detona’ a Revista Life considerando que a imagem publicada era totalmente descabida e mentirosa.
Currais Novos já vive clima do 9º Cactus Moto Fest
Começa hoje (17) a nona edição do Cactus Motofest e a cidade de Currais Novos já vive clima do evento.
A organização está com tudo pronto para a festa que foi considerada, pela segunda vez pela mídia especializada, como a melhor do norte-nordeste.
No centro da cidade stands e barracas com produtos dedicados ao motociclista já estão sendo montados no centro da cidade. Além disso, os dois grandes palcos que irão receber as doze atrações que animarão a festa, começam a ser montados.
Várias faixas estão sendo colocadas em pontos estratégicos da cidade para sinalizar e ajudar os mais de três mil motociclistas que estão sendo esperados a chegarem a seus destinos, como pousadas, hotéis e ao centro da cidade, local onde acontecerá o evento.
Dezenas de motociclistas já começam a chegar. Entre eles, um grupo vindo de Brasília, que vem retribuir a visita feita por integrantes do Cactus, em julho passado.
E para falar sobre todas as atrações desta grande festa, Jadson Gomes e Eugênio Oliveira, que integram a comissão organizadora do evento, estiveram ontem na Sidys TV a Cabo, no programa de maior audiência da emissora, o TV Cidade, comandado pelo Pastor João Batista.
Na ocasião também foram apresentadas as concorrentes que irão disputar o título de Garota Moto Fest 2011. O desfile irá acontecer na noite de sábado, dia 19, a partir das 20 h, no palco do largo do Tungstênio Hotel.
A organização está com tudo pronto para a festa que foi considerada, pela segunda vez pela mídia especializada, como a melhor do norte-nordeste.
No centro da cidade stands e barracas com produtos dedicados ao motociclista já estão sendo montados no centro da cidade. Além disso, os dois grandes palcos que irão receber as doze atrações que animarão a festa, começam a ser montados.
Várias faixas estão sendo colocadas em pontos estratégicos da cidade para sinalizar e ajudar os mais de três mil motociclistas que estão sendo esperados a chegarem a seus destinos, como pousadas, hotéis e ao centro da cidade, local onde acontecerá o evento.
Dezenas de motociclistas já começam a chegar. Entre eles, um grupo vindo de Brasília, que vem retribuir a visita feita por integrantes do Cactus, em julho passado.
E para falar sobre todas as atrações desta grande festa, Jadson Gomes e Eugênio Oliveira, que integram a comissão organizadora do evento, estiveram ontem na Sidys TV a Cabo, no programa de maior audiência da emissora, o TV Cidade, comandado pelo Pastor João Batista.
Na ocasião também foram apresentadas as concorrentes que irão disputar o título de Garota Moto Fest 2011. O desfile irá acontecer na noite de sábado, dia 19, a partir das 20 h, no palco do largo do Tungstênio Hotel.
Foto: Candidatas a Garota Moto Fest se apresentaram na TV a Cabo.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Ducati confirma fábrica no Brasil
Claudio Domenicali, diretor-geral (general manager) da Ducati, afirmou que a marca italiana terá uma fábrica no Brasil. Em entrevista exclusiva à revista italiana Moto Sprint, parceira da MOTOCICLISMO no país, Domenicali confirmou as intenções futuras para o Brasil.
“Precisamos aumentar nossas vendas no Brasil e na Índia. Nós exportamos nossos produtos para estes países, fazendo com que uma Monster custe mais de 16.000 euros, devido as taxas. Portanto, vamos construir duas fábricas: uma no Brasil e outra na Tailândia. Desse modo, venderemos nossos produtos a preços competitivos, tanto na América do Sul como na Ásia.”, disse Domenicali.
A informação da Ducati de iniciar uma linha de montagem em Manaus, AM, vem crescendo desde o ano passado quando uma comitiva italiana do ANCMA (Associação Italiana de Ciclo, Motociclo e Acessórios) visitou o PIM (Pólo Industrial de Manaus) para a realização de estudos. Este fato também havia sido confirmado por Gabriele Del Torchio, CEO da Ducati, durante o Salão de Colônia 2010, em entrevista exclusiva à MOTOCICLISMO.
Rafael Miotto
“Precisamos aumentar nossas vendas no Brasil e na Índia. Nós exportamos nossos produtos para estes países, fazendo com que uma Monster custe mais de 16.000 euros, devido as taxas. Portanto, vamos construir duas fábricas: uma no Brasil e outra na Tailândia. Desse modo, venderemos nossos produtos a preços competitivos, tanto na América do Sul como na Ásia.”, disse Domenicali.
A informação da Ducati de iniciar uma linha de montagem em Manaus, AM, vem crescendo desde o ano passado quando uma comitiva italiana do ANCMA (Associação Italiana de Ciclo, Motociclo e Acessórios) visitou o PIM (Pólo Industrial de Manaus) para a realização de estudos. Este fato também havia sido confirmado por Gabriele Del Torchio, CEO da Ducati, durante o Salão de Colônia 2010, em entrevista exclusiva à MOTOCICLISMO.
Rafael Miotto
terça-feira, 15 de março de 2011
Serviço:
Evento: 1º Aniversário do Karkará do Asfalto (Bate Volta)
Datas: 20 de Março de 2011 (Domingo)
Local: Praça Coronel Antonio Pessoa (Centro)
Cidade: Umbuzeiro
Estado: PBemail : paulotravassos44@hotmail.com
Organizador: Karkará do Asfalto MCContatos: Paulo (83)8123-9755, Sandro (83)8107-9818, Zé Nivaldo (83)8102-5735
segunda-feira, 14 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
PME no Pico do Jabre
O irmão motociclista Rubens Nogueira, esteve realizando, recentemente, voos literalmente mais altos na companhia de seus dois amores: a motoca e dona Kézia, claro. O integrante do PME foi ao pico do Jabre, em Maturéia, numa subida de mais de mil metros. O percurso é dureza, pode crer, mas a vista lá de cima compensa o esforço. Valeu Rubens! Valeu Kézia!
sábado, 12 de março de 2011
Viagem para o futuro com a nova BMW K 1600 GT
Podia passar mais tempo no confortável banco, sem ligar a nova BMW K 1600 GT. Afinal, o painel e os comandos nos punhos mais se parecem com os instrumentos de um avião, tantas são as informações e botões disponíveis. Mas já eram oito horas da manhã e a pontualidade germânica exigia que eu escolhesse a rota predefinida no sistema de navegação embutido e partisse para uma viagem teste de exatos 286 km pelos arredores da Cidade do Cabo, na África do Sul, com a nova grã-turismo da BMW.
Entorpecido pelo fuso horário de cinco horas a mais e também pela visão de 30 unidades da enorme K 1600 GT, todas na cor vinho, prontas para pegar a estrada, girei a chave da moto e fiquei hipnotizado por alguns segundos. Uma animação faz surgir um numeral seis na tela de cristal líquido TFT, denunciando logo de cara um dos principais atrativos da nova moto: o motor de seis cilindros em linha e 1649 cm³ de capacidade.
“Nossa experiência em motores com essa arquitetura em automóveis foi fundamental para desenvolvermos esse propulsor inédito em nossas motocicletas”, confessou o vice-presidente executivo de desenvolvimento e novos modelos da BMW, Dr. Christian Landerl. Todo o know-how da marca alemã foi utilizado para construir um motor de seis cilindros bastante estreito (555 mm de largura) e leve (102,6 kg).
Assim que entra em funcionamento, em baixas rotações, as duas ponteiras de escapamento com três saídas cada emitem um som agudo, quase um assovio que instiga a acelerar. Foi o que fiz. Seguindo as indicações do GPS, comecei a contornar as curvas de Franschhoek Pass, uma serra de pedra com um visual arrebatador.
Babuínos na estrada
Todo o aparato tecnológico do modelo pode ser conferido na pequena tela colorida, que tem a mesma tecnologia de aparelhos celulares, e controlado por meio de um inteligente seletor rotativo localizado no punho esquerdo.
As informações do computador de bordo; ajuste eletrônico da suspensão em três modos (ESA); configuração do sistema de navegação; aquecimento de bancos e manoplas; configurações... Ou seja, tudo está no painel. Ou quase tudo... Menos a família de macacos babuínos que decidiu cruzar a estrada bem na minha frente. Um indicativo que tanto a motocicleta quanto a viagem de moto pela África do Sul reservava boas surpresas.
Junto com os babuínos, a estrada sinuosa mostrou as qualidades dinâmicas da nova BMW. Para suas dimensões avantajadas – 2,324 m de comprimento e peso em torno dos 320 kg – a K 1600 GT demonstra agilidade em mudanças de direção e bastante disposição para contornar curvas. Na bela serra, com cotovelos de 90°, as pedaleiras chegaram a raspar no chão sem abusar da moto. Mal se nota o elevado peso e as malas laterais de série.
Todo o projeto, do compacto motor montado transversalmente ao chassi construído em liga leve, teve como objetivo centralizar a massa e reduzir o centro de gravidade. Em conjunto com as suspensões eletronicamente ajustáveis – sistema Duolever na dianteira e Paralever com um monobraço que traz o eixo-cardã embutido – faz da GT uma motocicleta bastante estável e ao mesmo tempo confortável. Qualidade indispensável para a proposta touring do modelo.
Com uma posição de pilotagem mais dinâmica, com pedaleiras mais altas e guidão menor que a GTL (versão mais luxuosa), o motociclista vai bem encaixado na K 1600 GT e sentindo-se com total controle da enorme motocicleta. Isso tudo sem deixar de lado o conforto.
Conforto aumentado pelo parabrisa regulável. Ao toque de um botão pode-se tanto desviar o vento ou direcioná-lo para você. Na tarefa de amenizar os 32° C do verão sul-africano, ainda contava com dois defletores móveis na lateral da carenagem.
Baleia à vista
Após a serra, a paisagem continuava bela, porém a estrada ficava mais reta, cortando uma bela planície em direção ao litoral. Na primeira intersecção, o GPS apontava a direção correta, mas minha cabeça ainda não estava totalmente acostumada a pilotar na esquerda, na “mão” inglesa do trânsito sul-africano.
Depois de quase entrar na contramão, aproveitei a enorme reta à frente para, enfim, experimentar o motor. Com o conta-giros de leitura analógica marcando 10.000 giros queria ter a sensação de, pela primeira vez, ver as rotações alcançarem a faixa vermelha que começa as 9.000 rpm.
A aceleração não é impressionante como em uma superesportiva, mas também não deixa nada a desejar. Os giros crescem rapidamente e o ronco do motor aumenta e torna-se indescritivelmente encantador. O assovio fica mais alto e o som se parece muito com um automóvel BMW de seis cilindros, porém mais agudo.
Com potência máxima de 160 cavalos a 7.750 rpm, o propulsor impressiona também pela sua docilidade. Com três modos de gerenciamento – Rain, Road e Dynamic – selecionáveis por um botão no punho direito, o funcionamento do motor é bastante suave e linear: nada de respostas bruscas ou trancos nem mesmo no modo “Dynamic”, quando as respostas ao acelerador são mais instantâneas. A opção “Road”, diríamos, é a normal; enquanto no modo “Rain”, a entrega de potência é mais suave e a curva de torque mais “plana”, ideal para pista molhada. Os modos ainda atuam sobre o controle de tração (Dynamic Traction Control) alterando seu funcionamento.
Apesar de dócil, os 160 cv do motor são suficientes para manter velocidades de 140, 160, 180 km/h. Ou até mesmo para se atingir 220 km/h – apesar de funcionários da BMW afirmarem que os jornalistas ingleses foram os recordistas de velocidade com 243 km/h! Marca dedurada pelo GPS.
Depois de uma centena de quilômetros, chegamos a primeira parada do dia: um restaurante a beira da Baía de Walker, famoso ponto de observação de baleias no Oceano Atlântico na África do Sul. As baleias não apareceram, mas fiquei impressionado pelas qualidades do propulsor.
Confesso nunca ter antes pilotado uma moto com seis cilindros em linha – a Honda Gold Wing GL 1800 tem motor com meia dúzia de cilindros opostos. Para se ter uma idéia de seu comportamento o torque máximo de 17,85 kgf.m a 5.250 rpm faz a GT chegar a 100 km/h em 3,4 segundos, de acordo com a fábrica.
Mas o mais importante é que 70% de toda essa força já aparece a 1.500 rpm. Com isso, nem é preciso se preocupar em reduzir as marchas no suave câmbio de seis velocidades, basta girar o acelerador e colocar a central eletrônica e os pistões para trabalharem.
À beira mar
Mesmo suando sob o sol africano, era hora de vestir luva, jaqueta e capacete para encarar os 180 km restantes. E mesmo no anda e para nas ruas do balneário de Hermanus o calor proveniente do motor não incomodava. Prova de que o sistema de refrigeração e dissipação do calor do motor funcionava bem.
Seguindo por uma bela estrada à beira mar, o vento ajudava a refrescar e a perceber que a aerodinâmica do conjunto também foi bastante estudada pela BMW. Mesmo com as fortes rajadas laterais, a K 1600 GT mantinha-se em linha reta e permitia admirar a paisagem.
Oportunidade para testar as maravilhas eletrônicas dessa grã-turismo bávara. O menu é bastante intuitivo e fácil de controlar. O consumo instantâneo informado era de 5,9 litros para cada 100 km, ou seja, média de 16,9 km/litro. Com tanque de 24 litros, a autonomia da GT supera os 400 km – mas nem precisei fazer contas, afinal o computador de bordo também traz esse dado.
É possível também alterar a o retorno e compressão das suspensões, nos modos Normal, Sport, Comforto assim como a pré carga da mola para piloto; piloto e bagagem e piloto e garupa. Achei o modo confortável, macio demais; e Sport muito rígido, mas bom nas curvas e serras. Optei pela configuração normal.
Foi a ideal para rodar com conforto de sobra até alcançar a Baía de Gordon, de onde dava para avistar a bela Cidade do Cabo. Distraído pela paisagem e pela eletrônica da K 1600 GT, perdi uma entrada que me levaria de volta a Franschhoek.
Sem problemas, o sistema de navegação da Garmim recalculou a rota e me indicou um retorno. O saldo foi “apenas” 30 km a mais na viagem. O que, confesso, foi um prazer.
Excelência germânica
Com 318 km indicados no hodômetro parcial, cheguei ao destino final. Com gasolina sobrando no tanque e a certeza de que a empresa alemã fez um excelente trabalho em sua nova grã-turismo.
Baseada na Concept 6, apresentada no Salão de Milão em 2009, a K 1600 GT, e sua irmã GTL, vem preencher uma lacuna no line-up da BMW. Afinal, desde que a K 1200 LT (que tinha motor de quatro cilindros) foi aposentada há dois anos, a fábrica alemã não tinha um moto de primeira classe.
Depois de rodar com a K 1600 GT em seu habitat natural, a estrada, posso afirmar que o novo modelo nada tem a ver com sua antecessora: é mais leve, mais rápida e mais baixa (o assento fica a 810 mm do solo). Pesada e com um alto centro de gravidade a K 1200 LT era difícil de manobrar. Oferecia muito luxo, mas pouca emoção. “Defeito” compensado com honra pela nova 1600 GT.
A BMW fez uma moto gostosa de pilotar, ágil e confortável, sem deixar de lado muita tecnologia embarcada e mimos para o piloto. Não é simplesmente a primeira moto com motor de seis cilindros em linha da marca alemã. Os modelos apontam o futuro das motocicletas grã-turismo e definem novos parâmetros para o segmento.
Além de trazer sistema de navegação embutido, controle de tração e freios ABS, é a primeira moto equipada com faróis direcionais (opcionais na GT). Um inteligente sistema que compensa o peso de piloto e bagagem, além de corrigir a direção do facho de luz de xenônio nas curvas. Apesar de ter rodado apenas durante o dia, os engenheiros fizeram uma didática explicação do seu funcionamento à noite. O sistema deverá contribuir muito para a segurança do motociclista.
Além de ampliar sua gama com dois modelos – K 1600 GT e GTL –, a BMW também ataca a concorrência. Pois seu motor de seis cilindros e grande capacidade vem brigar de frente com a Honda Gold Wing GL 1800. Questionado se o modelo Honda estava na mira dos engenheiros alemães ao projetaram a linha K 1600, o gerente de projeto da BMW Motorrad, Gerhard Müller, desconversa: “motos touring estão no nosso DNA. Nossos clientes esperam uma moto assim da BMW. Acreditamos que os pilotos de Gold Wing, e até mesmo das Harley-Davidson Ultra Electra Glide, poderão gostar da K 1600 GTL”.
Resta esperar os dois modelos K 1600 GT e GTL chegarem ao Brasil. A previsão é de que ambos estejam disponíveis a partir de junho em apenas um pacote: a GT com toda a eletrônica embarcada, porém sem sistema de navegação, deverá custar R$ 99.500; enquanto a GTL com todo o que se tem direito, vai ter preço de R$ 108.500.
Ficha técnica
Capacidade cúbica 1649 cm³
Diâmetro x curso 72 mm x 67,5 mm
Torque máximo 17,85 kgf.m a 5.250 rpm
Distância do solo não disponível
Altura do assento 810 - 830 mm
Preço sugerido R$ 99.500
* O jornalista viajou a convite da BMW
• INFOMOTO usou Luvas Dainese; Jaqueta Dainese Racing D-Dry e Capacete AGV Longway II
Entorpecido pelo fuso horário de cinco horas a mais e também pela visão de 30 unidades da enorme K 1600 GT, todas na cor vinho, prontas para pegar a estrada, girei a chave da moto e fiquei hipnotizado por alguns segundos. Uma animação faz surgir um numeral seis na tela de cristal líquido TFT, denunciando logo de cara um dos principais atrativos da nova moto: o motor de seis cilindros em linha e 1649 cm³ de capacidade.
“Nossa experiência em motores com essa arquitetura em automóveis foi fundamental para desenvolvermos esse propulsor inédito em nossas motocicletas”, confessou o vice-presidente executivo de desenvolvimento e novos modelos da BMW, Dr. Christian Landerl. Todo o know-how da marca alemã foi utilizado para construir um motor de seis cilindros bastante estreito (555 mm de largura) e leve (102,6 kg).
Assim que entra em funcionamento, em baixas rotações, as duas ponteiras de escapamento com três saídas cada emitem um som agudo, quase um assovio que instiga a acelerar. Foi o que fiz. Seguindo as indicações do GPS, comecei a contornar as curvas de Franschhoek Pass, uma serra de pedra com um visual arrebatador.
Babuínos na estrada
Todo o aparato tecnológico do modelo pode ser conferido na pequena tela colorida, que tem a mesma tecnologia de aparelhos celulares, e controlado por meio de um inteligente seletor rotativo localizado no punho esquerdo.
As informações do computador de bordo; ajuste eletrônico da suspensão em três modos (ESA); configuração do sistema de navegação; aquecimento de bancos e manoplas; configurações... Ou seja, tudo está no painel. Ou quase tudo... Menos a família de macacos babuínos que decidiu cruzar a estrada bem na minha frente. Um indicativo que tanto a motocicleta quanto a viagem de moto pela África do Sul reservava boas surpresas.
Junto com os babuínos, a estrada sinuosa mostrou as qualidades dinâmicas da nova BMW. Para suas dimensões avantajadas – 2,324 m de comprimento e peso em torno dos 320 kg – a K 1600 GT demonstra agilidade em mudanças de direção e bastante disposição para contornar curvas. Na bela serra, com cotovelos de 90°, as pedaleiras chegaram a raspar no chão sem abusar da moto. Mal se nota o elevado peso e as malas laterais de série.
Todo o projeto, do compacto motor montado transversalmente ao chassi construído em liga leve, teve como objetivo centralizar a massa e reduzir o centro de gravidade. Em conjunto com as suspensões eletronicamente ajustáveis – sistema Duolever na dianteira e Paralever com um monobraço que traz o eixo-cardã embutido – faz da GT uma motocicleta bastante estável e ao mesmo tempo confortável. Qualidade indispensável para a proposta touring do modelo.
Com uma posição de pilotagem mais dinâmica, com pedaleiras mais altas e guidão menor que a GTL (versão mais luxuosa), o motociclista vai bem encaixado na K 1600 GT e sentindo-se com total controle da enorme motocicleta. Isso tudo sem deixar de lado o conforto.
Conforto aumentado pelo parabrisa regulável. Ao toque de um botão pode-se tanto desviar o vento ou direcioná-lo para você. Na tarefa de amenizar os 32° C do verão sul-africano, ainda contava com dois defletores móveis na lateral da carenagem.
Baleia à vista
Após a serra, a paisagem continuava bela, porém a estrada ficava mais reta, cortando uma bela planície em direção ao litoral. Na primeira intersecção, o GPS apontava a direção correta, mas minha cabeça ainda não estava totalmente acostumada a pilotar na esquerda, na “mão” inglesa do trânsito sul-africano.
Depois de quase entrar na contramão, aproveitei a enorme reta à frente para, enfim, experimentar o motor. Com o conta-giros de leitura analógica marcando 10.000 giros queria ter a sensação de, pela primeira vez, ver as rotações alcançarem a faixa vermelha que começa as 9.000 rpm.
A aceleração não é impressionante como em uma superesportiva, mas também não deixa nada a desejar. Os giros crescem rapidamente e o ronco do motor aumenta e torna-se indescritivelmente encantador. O assovio fica mais alto e o som se parece muito com um automóvel BMW de seis cilindros, porém mais agudo.
Com potência máxima de 160 cavalos a 7.750 rpm, o propulsor impressiona também pela sua docilidade. Com três modos de gerenciamento – Rain, Road e Dynamic – selecionáveis por um botão no punho direito, o funcionamento do motor é bastante suave e linear: nada de respostas bruscas ou trancos nem mesmo no modo “Dynamic”, quando as respostas ao acelerador são mais instantâneas. A opção “Road”, diríamos, é a normal; enquanto no modo “Rain”, a entrega de potência é mais suave e a curva de torque mais “plana”, ideal para pista molhada. Os modos ainda atuam sobre o controle de tração (Dynamic Traction Control) alterando seu funcionamento.
Apesar de dócil, os 160 cv do motor são suficientes para manter velocidades de 140, 160, 180 km/h. Ou até mesmo para se atingir 220 km/h – apesar de funcionários da BMW afirmarem que os jornalistas ingleses foram os recordistas de velocidade com 243 km/h! Marca dedurada pelo GPS.
Depois de uma centena de quilômetros, chegamos a primeira parada do dia: um restaurante a beira da Baía de Walker, famoso ponto de observação de baleias no Oceano Atlântico na África do Sul. As baleias não apareceram, mas fiquei impressionado pelas qualidades do propulsor.
Confesso nunca ter antes pilotado uma moto com seis cilindros em linha – a Honda Gold Wing GL 1800 tem motor com meia dúzia de cilindros opostos. Para se ter uma idéia de seu comportamento o torque máximo de 17,85 kgf.m a 5.250 rpm faz a GT chegar a 100 km/h em 3,4 segundos, de acordo com a fábrica.
Mas o mais importante é que 70% de toda essa força já aparece a 1.500 rpm. Com isso, nem é preciso se preocupar em reduzir as marchas no suave câmbio de seis velocidades, basta girar o acelerador e colocar a central eletrônica e os pistões para trabalharem.
À beira mar
Mesmo suando sob o sol africano, era hora de vestir luva, jaqueta e capacete para encarar os 180 km restantes. E mesmo no anda e para nas ruas do balneário de Hermanus o calor proveniente do motor não incomodava. Prova de que o sistema de refrigeração e dissipação do calor do motor funcionava bem.
Seguindo por uma bela estrada à beira mar, o vento ajudava a refrescar e a perceber que a aerodinâmica do conjunto também foi bastante estudada pela BMW. Mesmo com as fortes rajadas laterais, a K 1600 GT mantinha-se em linha reta e permitia admirar a paisagem.
Oportunidade para testar as maravilhas eletrônicas dessa grã-turismo bávara. O menu é bastante intuitivo e fácil de controlar. O consumo instantâneo informado era de 5,9 litros para cada 100 km, ou seja, média de 16,9 km/litro. Com tanque de 24 litros, a autonomia da GT supera os 400 km – mas nem precisei fazer contas, afinal o computador de bordo também traz esse dado.
É possível também alterar a o retorno e compressão das suspensões, nos modos Normal, Sport, Comforto assim como a pré carga da mola para piloto; piloto e bagagem e piloto e garupa. Achei o modo confortável, macio demais; e Sport muito rígido, mas bom nas curvas e serras. Optei pela configuração normal.
Foi a ideal para rodar com conforto de sobra até alcançar a Baía de Gordon, de onde dava para avistar a bela Cidade do Cabo. Distraído pela paisagem e pela eletrônica da K 1600 GT, perdi uma entrada que me levaria de volta a Franschhoek.
Sem problemas, o sistema de navegação da Garmim recalculou a rota e me indicou um retorno. O saldo foi “apenas” 30 km a mais na viagem. O que, confesso, foi um prazer.
Excelência germânica
Com 318 km indicados no hodômetro parcial, cheguei ao destino final. Com gasolina sobrando no tanque e a certeza de que a empresa alemã fez um excelente trabalho em sua nova grã-turismo.
Baseada na Concept 6, apresentada no Salão de Milão em 2009, a K 1600 GT, e sua irmã GTL, vem preencher uma lacuna no line-up da BMW. Afinal, desde que a K 1200 LT (que tinha motor de quatro cilindros) foi aposentada há dois anos, a fábrica alemã não tinha um moto de primeira classe.
Depois de rodar com a K 1600 GT em seu habitat natural, a estrada, posso afirmar que o novo modelo nada tem a ver com sua antecessora: é mais leve, mais rápida e mais baixa (o assento fica a 810 mm do solo). Pesada e com um alto centro de gravidade a K 1200 LT era difícil de manobrar. Oferecia muito luxo, mas pouca emoção. “Defeito” compensado com honra pela nova 1600 GT.
A BMW fez uma moto gostosa de pilotar, ágil e confortável, sem deixar de lado muita tecnologia embarcada e mimos para o piloto. Não é simplesmente a primeira moto com motor de seis cilindros em linha da marca alemã. Os modelos apontam o futuro das motocicletas grã-turismo e definem novos parâmetros para o segmento.
Além de trazer sistema de navegação embutido, controle de tração e freios ABS, é a primeira moto equipada com faróis direcionais (opcionais na GT). Um inteligente sistema que compensa o peso de piloto e bagagem, além de corrigir a direção do facho de luz de xenônio nas curvas. Apesar de ter rodado apenas durante o dia, os engenheiros fizeram uma didática explicação do seu funcionamento à noite. O sistema deverá contribuir muito para a segurança do motociclista.
Além de ampliar sua gama com dois modelos – K 1600 GT e GTL –, a BMW também ataca a concorrência. Pois seu motor de seis cilindros e grande capacidade vem brigar de frente com a Honda Gold Wing GL 1800. Questionado se o modelo Honda estava na mira dos engenheiros alemães ao projetaram a linha K 1600, o gerente de projeto da BMW Motorrad, Gerhard Müller, desconversa: “motos touring estão no nosso DNA. Nossos clientes esperam uma moto assim da BMW. Acreditamos que os pilotos de Gold Wing, e até mesmo das Harley-Davidson Ultra Electra Glide, poderão gostar da K 1600 GTL”.
Resta esperar os dois modelos K 1600 GT e GTL chegarem ao Brasil. A previsão é de que ambos estejam disponíveis a partir de junho em apenas um pacote: a GT com toda a eletrônica embarcada, porém sem sistema de navegação, deverá custar R$ 99.500; enquanto a GTL com todo o que se tem direito, vai ter preço de R$ 108.500.
Ficha técnica
BMW K 1600 GT
Motor Seis cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e refrigeração líquidaCapacidade cúbica 1649 cm³
Diâmetro x curso 72 mm x 67,5 mm
Taxa de compressão 12,2: 1
Potência máxima 160 cv a 7.750 rpmTorque máximo 17,85 kgf.m a 5.250 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final Eixo-cardã
Alimentação Injeção eletrônica BMS-X
Partida Elétrica
Quadro Do tipo ponte construído em liga-leve
Suspensão dianteira Duolever com dois braços longitudinais e um conjunto mola-amortecedor com 115 mm de curso – eletronicamente ajustável
Suspensão traseira Paralever com monobraço traseiro e mola-amortecedor central com 135 mm de curso – eletronicamente ajustávelFreio dianteiro Disco duplo de 320 mm de diâmetro com pinça de fixação radial de quatro pistões com sistema ABS
Freio traseiro Disco simples de 320 mm de diâmetro com pinça de dois pistões fixos e sistema ABS
Pneus Metzeler Roadtec Z8 120/70-ZR 17 (diant.)/ 190/55- ZR17 (tras.)
Comprimento 2.324 mm
Comprimento 2.324 mm
Largura 1000 mm
Distância entre-eixos 1618 mmDistância do solo não disponível
Altura do assento 810 - 830 mm
Peso em ordem de marcha (90% do combustível) 319 kg
Tanque de combustível 24 litrosPreço sugerido R$ 99.500
* O jornalista viajou a convite da BMW
• INFOMOTO usou Luvas Dainese; Jaqueta Dainese Racing D-Dry e Capacete AGV Longway II
Limoeiro: Programação de hoje e amanhã!
Dia 12 Mar 2011 (Sábado):
09:00 – Recepção aos Motociclistas;
10:00 – Abertura da Feira de Artesanato;
12:00 – Almoço para os Motociclistas (Feijoada 0800);
15:30 – Passeio Motociclístico ( Cristo Redentor - Ponto Turístico do Município);
18:00 – Apresentação da Equipe Força Máxima (manobras com motocicletas);
19:00 – Banda Creedence Cover;
21:00 – Raiga Band (Clássicos do Rock’n Roll);
00:00 – Banda Netos do Raul (Cover de Raul Seixas);
02:00 – Encerramento da Noite.
Dia 13 Mar 2011 (Domingo):
07:00 – Café da Manhã 0800;
90:30 – Passeio Motociclístico para Surubim (Onde estará havendo o DESFILE DAS VIRGENS DE SURUBIM com 12 trios elétricos) com Apoio de Batedores da ROCAM;
09:00 – Recepção aos Motociclistas;
10:00 – Abertura da Feira de Artesanato;
12:00 – Almoço para os Motociclistas (Feijoada 0800);
15:30 – Passeio Motociclístico ( Cristo Redentor - Ponto Turístico do Município);
18:00 – Apresentação da Equipe Força Máxima (manobras com motocicletas);
19:00 – Banda Creedence Cover;
21:00 – Raiga Band (Clássicos do Rock’n Roll);
00:00 – Banda Netos do Raul (Cover de Raul Seixas);
02:00 – Encerramento da Noite.
Dia 13 Mar 2011 (Domingo):
07:00 – Café da Manhã 0800;
90:30 – Passeio Motociclístico para Surubim (Onde estará havendo o DESFILE DAS VIRGENS DE SURUBIM com 12 trios elétricos) com Apoio de Batedores da ROCAM;
sexta-feira, 11 de março de 2011
Programação Cactus Moto Fest
QUINTA-FEIRA, dia 17/03 20:00 – Abertura Barraca do Cactus – Venda de Kits e Inscrição de Moto Clubes
Shows Palco 1 (Praça Cristo Rei)
20:00 – Show com Atrações locais
22:00 – Forró Rela Bucho
SEXTA-FEIRA, dia 18/03
09:00 – Comissão de Boas Vindas – Entradas da cidade (Trevo de São Vicente e no
Posto FAN)
09:00 – Barraca do Cactus – Início da venda de Kits e Inscrição de Moto Clubes
09:00 – Manhã livre visita aos pontos turísticos -Vitória Régia Turismo
16:00 – Programação Turística – Pôr do Sol no mirante de Gargalheiras
(Vitória Régia Turismo)
20:00 – Transmissão ao vivo pela internet - Grupo CN Agitos (www.cnagitos.com)
20:00 – Transmissão ao vivo pela Sidys TV a Cabo e pela net (www.sidys.com.br)
Shows Palco 1 (Praça Cristo Rei)
20:00 – Peça Teatral Lise House (Moto Missão)
20:30 – Banda VnV
23:00 – Joãozinho e Banda Sete
01:00 – Forró Bate Coxa
Shows Palco 2 (Largo do Tungstênio Hotel)
19:00 – Show com Atrações locais
21:00 – Banda Almanaará
24:00 – Forró de Antônio Macedo e Banda
Tenda Eletrônica Heineken
22:00 – Com Djs.
SÁBADO, dia 19/03
07:00 as 10:00 – Café da Manhã – Posto FAN/Churrascaria Portal do Seridó
(saída Natal)
09:00 – Comissão de Boas Vindas – Entradas da cidade (Trevo de São Vicente e no
Posto FAN)
09:00 – Barraca do Cactus – Início da venda de Kits e Inscrição de Moto Clubes
09:00 – Manhã livre – Visita aos pontos turísticos
09:00 – Pit Stop 95 FM c/ Lava a Jato (Praça de eventos)
10:00 – Reunião da Federação Motociclística do RN – Eleição (Auditório Prefeitura)
13:00 – Confraternização entre os Moto Clubes – Du Rey Casa Show com Daniel
Nogueira e Banda
20:00 – Transmissão ao vivo pela internet – Grupo Cn Agitos (www.cnagitos.com)
20:00 – Transmissão ao vivo pela Sidys TV a Cabo e pela net (www.sidys.com.br)
Shows Palco 1 (Praça Cristo Rei)
20:30 – Palavra do Prefeito e Benção aos motociclistas
21:00 – Banda On the Rocks
01:00 – Daniel Nogueira e Banda
Shows Palco 2 (Largo do Tungstênio Hotel)
20:00 – Escolha da Garota Moto Fest 2011
21:00 – Banda Versos Simples
22:30 – Alexandre Seixas (cover de Raul Seixas)
01:00 – Forró Tá Danado de Bom
Tenda Eletrônica Heineken
22:00 – Com Djs.
DOMINGO, dia 20/03
07:30 – Café da Manhã – Novo Posto Loura Gás (Centro)
11:00 – Encerramento e despedida
Shows Palco 1 (Praça Cristo Rei)
20:00 – Show com Atrações locais
22:00 – Forró Rela Bucho
SEXTA-FEIRA, dia 18/03
09:00 – Comissão de Boas Vindas – Entradas da cidade (Trevo de São Vicente e no
Posto FAN)
09:00 – Barraca do Cactus – Início da venda de Kits e Inscrição de Moto Clubes
09:00 – Manhã livre visita aos pontos turísticos -Vitória Régia Turismo
16:00 – Programação Turística – Pôr do Sol no mirante de Gargalheiras
(Vitória Régia Turismo)
20:00 – Transmissão ao vivo pela internet - Grupo CN Agitos (www.cnagitos.com)
20:00 – Transmissão ao vivo pela Sidys TV a Cabo e pela net (www.sidys.com.br)
Shows Palco 1 (Praça Cristo Rei)
20:00 – Peça Teatral Lise House (Moto Missão)
20:30 – Banda VnV
23:00 – Joãozinho e Banda Sete
01:00 – Forró Bate Coxa
Shows Palco 2 (Largo do Tungstênio Hotel)
19:00 – Show com Atrações locais
21:00 – Banda Almanaará
24:00 – Forró de Antônio Macedo e Banda
Tenda Eletrônica Heineken
22:00 – Com Djs.
SÁBADO, dia 19/03
07:00 as 10:00 – Café da Manhã – Posto FAN/Churrascaria Portal do Seridó
(saída Natal)
09:00 – Comissão de Boas Vindas – Entradas da cidade (Trevo de São Vicente e no
Posto FAN)
09:00 – Barraca do Cactus – Início da venda de Kits e Inscrição de Moto Clubes
09:00 – Manhã livre – Visita aos pontos turísticos
09:00 – Pit Stop 95 FM c/ Lava a Jato (Praça de eventos)
10:00 – Reunião da Federação Motociclística do RN – Eleição (Auditório Prefeitura)
13:00 – Confraternização entre os Moto Clubes – Du Rey Casa Show com Daniel
Nogueira e Banda
20:00 – Transmissão ao vivo pela internet – Grupo Cn Agitos (www.cnagitos.com)
20:00 – Transmissão ao vivo pela Sidys TV a Cabo e pela net (www.sidys.com.br)
Shows Palco 1 (Praça Cristo Rei)
20:30 – Palavra do Prefeito e Benção aos motociclistas
21:00 – Banda On the Rocks
01:00 – Daniel Nogueira e Banda
Shows Palco 2 (Largo do Tungstênio Hotel)
20:00 – Escolha da Garota Moto Fest 2011
21:00 – Banda Versos Simples
22:30 – Alexandre Seixas (cover de Raul Seixas)
01:00 – Forró Tá Danado de Bom
Tenda Eletrônica Heineken
22:00 – Com Djs.
DOMINGO, dia 20/03
07:30 – Café da Manhã – Novo Posto Loura Gás (Centro)
11:00 – Encerramento e despedida
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