quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
CANCELAMENTO dos " NOMADS MOTO FRIENDS " de Recife - PE .
Comunicado Oficial
Venho através de sua revista comunicar que a partir de hoje 08/ 02/2012 estou oficialmente CANCELANDO a Facção Nomad de Recife - PE.
Quero aproveitar para agradecer a todos aqueles que um dia fizeram parte do grupo, pela amizade e companheirismo durante todos esses 11 anos de existência , e também aos muitos amigos que fizemos durante a nossa existência por aí.
De agora em diante continuará existindo apenas a " Facção Nomad de Jundiaí - SP " ( tendo a Frente como Presidentes o Álvaro e a Ana Paula ) e na cidade de S.Bernardo do Campo - SP, estarei eu ( FARIA ) como o Fundador dos Nomads.
Assim, a partir desta publicação, ninguém estará autorizado a usar a bandeira dos " Nomads " nos eventos , e nem ostentar o brasão oficial " Nomad " nas jaquetas.
Solicito também que seja retirado o nome da " Facção Nomad- PE " na sua coluna " motoclubes ".
Agradeço a sua costumeira atenção para comigo, e um grande abraço .
Faria " Nomad "
farianomad@hotmail.com
Venho através de sua revista comunicar que a partir de hoje 08/ 02/2012 estou oficialmente CANCELANDO a Facção Nomad de Recife - PE.
Quero aproveitar para agradecer a todos aqueles que um dia fizeram parte do grupo, pela amizade e companheirismo durante todos esses 11 anos de existência , e também aos muitos amigos que fizemos durante a nossa existência por aí.
De agora em diante continuará existindo apenas a " Facção Nomad de Jundiaí - SP " ( tendo a Frente como Presidentes o Álvaro e a Ana Paula ) e na cidade de S.Bernardo do Campo - SP, estarei eu ( FARIA ) como o Fundador dos Nomads.
Assim, a partir desta publicação, ninguém estará autorizado a usar a bandeira dos " Nomads " nos eventos , e nem ostentar o brasão oficial " Nomad " nas jaquetas.
Solicito também que seja retirado o nome da " Facção Nomad- PE " na sua coluna " motoclubes ".
Agradeço a sua costumeira atenção para comigo, e um grande abraço .
Faria " Nomad "
farianomad@hotmail.com
Renato Marinho trará Pop Rock para a 2ª edição do Araruna Moto Fest/Iran Motos
Uma nova atração para a 2ª edição do Araruna Moto Fest/Iran Motos foi anunciada. A galera pediu e o cantor Renato Marinho, sensação da 1ª edição do Araruna Moto Fest está de volta e confirmado na Programação Musical do evento em 2012 que acontecerá nos dias 01, 02 e 03 de junho.
Sucesso de público nos principais encontros de motociclistas, Renato Marinho promete mais uma vez balançar geral a galera no Araruna Moto Fest 2012. O show de Renato Marinho será regado ao som de muito Pop Rock que do começo ao fim empolga e interage com o público!
De acordo com Iran Motos, idealizador do evento, o 2º encontro de motociclistas de Araruna será especial. “Já fechamos com a Banda Uskaravelho de Natal, Forró Collo de Menina e agora com Renato Marinho Show. Uma das novidades será o sorteio de uma MOTO zero quilômetro e outros prêmios com todos que adquirirem o kit/camisa do evento”, destacou Iran Motos.
Contamos com estrutura de camping, oferecendo café da manhã aos motociclistas acampados, banheiros químicos, Shows de rock, Pop, blues e forró todos os dias, com as melhores bandas do circuito, e ainda, o tradicional “churrasco e feijoada” no sábado aos motoclubes presentes, além de brincadeiras e entrega de troféus.
Um verdadeiro “encontro”, onde os principais ingredientes são a amizade, o companheirismo, a cervejinha gelada e um bom bate papo para recarregar nossas baterias. Venham! Vocês são a principal parte deste evento e o principal motivo para que nós, do Araruna Moto Fest continuemos a realizá-lo.
Agende os três primeiros dias do mês de junho em seu calendário de eventos para uma viagem à histórica e centenária Araruna... Esperamos por vocês!!!
O Araruna Moto Fest é um evento realizado pelo empresário Iran Motos em parceria com os Grupos Colibris da Estrada e Forasteiros Motoclub e com apoio da Prefeitura Municipal de Araruna, Jair Motos, Rádio Serrana, Rogério Motos, Madsel e Rally Motos.
www.ararunamotofest.com
Sucesso de público nos principais encontros de motociclistas, Renato Marinho promete mais uma vez balançar geral a galera no Araruna Moto Fest 2012. O show de Renato Marinho será regado ao som de muito Pop Rock que do começo ao fim empolga e interage com o público!
De acordo com Iran Motos, idealizador do evento, o 2º encontro de motociclistas de Araruna será especial. “Já fechamos com a Banda Uskaravelho de Natal, Forró Collo de Menina e agora com Renato Marinho Show. Uma das novidades será o sorteio de uma MOTO zero quilômetro e outros prêmios com todos que adquirirem o kit/camisa do evento”, destacou Iran Motos.
Contamos com estrutura de camping, oferecendo café da manhã aos motociclistas acampados, banheiros químicos, Shows de rock, Pop, blues e forró todos os dias, com as melhores bandas do circuito, e ainda, o tradicional “churrasco e feijoada” no sábado aos motoclubes presentes, além de brincadeiras e entrega de troféus.
Um verdadeiro “encontro”, onde os principais ingredientes são a amizade, o companheirismo, a cervejinha gelada e um bom bate papo para recarregar nossas baterias. Venham! Vocês são a principal parte deste evento e o principal motivo para que nós, do Araruna Moto Fest continuemos a realizá-lo.
Agende os três primeiros dias do mês de junho em seu calendário de eventos para uma viagem à histórica e centenária Araruna... Esperamos por vocês!!!
O Araruna Moto Fest é um evento realizado pelo empresário Iran Motos em parceria com os Grupos Colibris da Estrada e Forasteiros Motoclub e com apoio da Prefeitura Municipal de Araruna, Jair Motos, Rádio Serrana, Rogério Motos, Madsel e Rally Motos.
www.ararunamotofest.com
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Falecimento
Faleceu ontem, em Patos, PB, o motociclista Juca Viana. Ele estava em casa se convalecendo de um câncer, diagnosticado no ano passado. Juca foi o fundador dos motoclubes Carcarás e Jovem Guarda. O sepultamento acontece logo mais as 9h da manhã. Na foto recebendo o trofeu de participação no Patos Moto Fest 2010.
Classificados
Estou com uma Honda Shadow 600 de um grande amigo ano 2003, preta com apenas 20.000KM. Possui guidão em V, escape esportivo duplo, pedaleiras de descanso,pneu traseiro novo original, toda revisada.
Rannyére Machado(81) 8799-6233
(81) 9679-4522
Rannyére Machado(81) 8799-6233
(81) 9679-4522
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Veja como escolher bem o seu capacete
Carlos Bazela
Falar sobre a importância do capacete para os motociclistas é afirmar o óbvio. Entretanto, toda vez que esse item é assunto em uma discussão a relação entre preço e a proteção oferecida é sempre colocada em xeque e vem à tona a seguinte pergunta: afinal de contas, eu preciso pagar caro em um capacete para estar devidamente protegido na sua moto?
Em busca dessa resposta, fomos conversar com fabricantes, importadores e comerciantes e constatamos que, em primeiro lugar, o motociclista precisa saber contra o quê exatamente ele precisa se proteger.
Um piloto que deseja conhecer os limites de uma superesportiva durante em uma pista, por exemplo, precisa de um modelo que conte com cinta jugular de anel duplo para impedir que o mesmo escape em caso de uma queda em alta velocidade. Já em uma pilotagem urbana, velocidade não é problema – uma vez que existem limites a serem respeitados – mas, uma proteção efetiva em um acidente de trânsito faz toda a diferença.
Seguros e confiáveis
Para garantir a segurança a todos os brasileiros que andam de moto, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) criou a norma NBR 7471, que está em vigor desde fevereiro de 2001. Além de conferir as dimensões e o peso, a resolução também exige que todos os capacetes nacionais ou importados comercializados no Brasil passem por diversos testes de qualidade.
Os produtos têm sua resistência avaliada em quesitos como: resistência da cinta jugular, da viseira e durabilidade do casco no caso de choques sofridos pela parte superior, nas laterais e também na região da nuca contra superfícies planas e côncavas, com o intuito de simular guias lombadas. Tudo devidamente certificado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).
São essas as normas que devem ser atendidas por fabricantes como a Taurus Helmets, por exemplo, cujos produtos são inteiramente fabricados no país na planta de Mandirituba (PR). A marca tem no mercado capacetes como o San Marino que, segundo a própria Taurus, é líder de vendas desde sua estreia, em 1984. O clássico San Marino sai por volta de R$ 80, mas há outros modelos mais modernos como o recém lançado T5, com preço na faixa dos R$ 200.
O mesmo serve para a IRA, cujos produtos são desenhados aqui e produzidos na China, e também com os capacetes importados da Europa e do Japão, como AGV, LS2, Shark e Arai da qual o modelo top de linha pode chegar a custar em torno de R$ 3,4 mil.
Dá no mesmo, então?
Não é bem assim. Como foi mencionado no início da matéria, além do equipamento ser projetado de acordo com o seu uso, existem outros fatores que influem na escolha de do capacete. O principal deles é para quê você vai usá-lo. Por exemplo, se for andar na pista, recomenda-se usar um capacete Racing. Agora, se a idéia é pilotar em trilhas use um capacete Cross, daqueles com queixeira e aberto, mas que requerem o uso de um óculos de proteção.
Segundo Rodrigo Galdencio, vendedor da Casa do Capacete, em São Paulo (SP), outro item que os motociclistas levam em conta é o peso do equipamento. “Geralmente quando o cliente vem aqui ele procura um capacete para andar em alta velocidade. Então ele opta por modelo feito em fibra de carbono, que é mais leve do que os outros mais baratos que são feitos em plástico injetado”, afirma.
Conforto também é um diferencial. “O capacete veste bem. E tem também a questão do barulho. Eles [os capacetes mais caros] são mais silenciosos e também vibram menos”, conclui Galdencio.
Claro que não podemos nos esquecer da estética. Afinal, algo que vai estar com o motociclista – principalmente quem trabalha com a moto – durante a maior parte do dia precisa ser agradável aos olhos. Nesse ponto, os capacetes de valor mais elevado apelam para as competições para agradar aos clientes. Caso da italiana AGV, que disponibiliza para o consumidor réplicas dos modelos usados pelo piloto Valentino Rossi, que compete no Campeonato Mundial de MotoGP com uma Ducati.
Vida útil
Seja qual for a marca do capacete, um dos fatores mais importantes para continuar seguro é saber quando ele deve ser substituído. Gianfranco Ugo Milani, Gerente de Vendas da Taurus Helmets, é categórico: “Se cair e trincar ou rachar o capacete, ele vai pro lixo. Usar um equipamento com casco rachado compromete a segurança do motociclista”.
Pensando nisso, a LS2 criou, aqui no Brasil, uma espécie de “seguro contra acidente”. Quem compra um capacete da marca e sofre algum acidente no trânsito que inutilize o casco, pode trocá-lo por um novo apresentando o Boletim de Ocorrência junto com a Nota ou Cupom Fiscal. A validade do serviço é de dois anos após a compra.
Também é importante ressaltar que as normas brasileiras exigem uma proteção mais reforçada na região que corresponde à calota craniana, têmporas e nuca do que na parte da boca, por exemplo. Portanto capacetes abertos ou que apenas cumpram às normas podem não proteger a região do queixo. Por isso, é recomendável utilizar um capacete integral que tenha reforço na parte dianteira se você for usá-lo em viagens e estradas, onde a velocidade é mais alta.
Dicas para escolher o tamanho certo
Na hora de escolher um capacete, Caio Fontana, diretor Comercial e de Marketing da IRA, dá algumas dicas para você escolher um do tamanho certo:
1) Meça a circunferência da cabeça usando uma fita métrica. O número encontrado em centímetros será correspondente ao tamanho do capacete. Exemplos: 56 – S; 58 – M; 60 – L; 62 – XL; 64 – XXL.
2) Procure pelo selo do Inmetro. A presença do Selo de Conformidade identifica que aquele produto passou pelos testes de resistência exigidos pela norma NBR 7471/2001.
3) O capacete precisa encostar no couro cabeludo e as almofadas laterais nas bochechas. “É importante destacar que não pode haver um espaço entre o capacete e a cabeça”, adverte Fontana.
4) Depois de prender a cinta jugular rente ao pescoço, verifique se é possível mover o capacete para os lados. Caso o motociclista consiga, recomenda-se que troque o modelo por outro de número menor.
Fotos: Carlos Bazela
Fonte: Agência Infomoto
Enviado por Ailton Cezar - ailton_cezar@hotmail.com
Falar sobre a importância do capacete para os motociclistas é afirmar o óbvio. Entretanto, toda vez que esse item é assunto em uma discussão a relação entre preço e a proteção oferecida é sempre colocada em xeque e vem à tona a seguinte pergunta: afinal de contas, eu preciso pagar caro em um capacete para estar devidamente protegido na sua moto?
Em busca dessa resposta, fomos conversar com fabricantes, importadores e comerciantes e constatamos que, em primeiro lugar, o motociclista precisa saber contra o quê exatamente ele precisa se proteger.
Um piloto que deseja conhecer os limites de uma superesportiva durante em uma pista, por exemplo, precisa de um modelo que conte com cinta jugular de anel duplo para impedir que o mesmo escape em caso de uma queda em alta velocidade. Já em uma pilotagem urbana, velocidade não é problema – uma vez que existem limites a serem respeitados – mas, uma proteção efetiva em um acidente de trânsito faz toda a diferença.
Seguros e confiáveis
Para garantir a segurança a todos os brasileiros que andam de moto, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) criou a norma NBR 7471, que está em vigor desde fevereiro de 2001. Além de conferir as dimensões e o peso, a resolução também exige que todos os capacetes nacionais ou importados comercializados no Brasil passem por diversos testes de qualidade.
Os produtos têm sua resistência avaliada em quesitos como: resistência da cinta jugular, da viseira e durabilidade do casco no caso de choques sofridos pela parte superior, nas laterais e também na região da nuca contra superfícies planas e côncavas, com o intuito de simular guias lombadas. Tudo devidamente certificado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).
São essas as normas que devem ser atendidas por fabricantes como a Taurus Helmets, por exemplo, cujos produtos são inteiramente fabricados no país na planta de Mandirituba (PR). A marca tem no mercado capacetes como o San Marino que, segundo a própria Taurus, é líder de vendas desde sua estreia, em 1984. O clássico San Marino sai por volta de R$ 80, mas há outros modelos mais modernos como o recém lançado T5, com preço na faixa dos R$ 200.
O mesmo serve para a IRA, cujos produtos são desenhados aqui e produzidos na China, e também com os capacetes importados da Europa e do Japão, como AGV, LS2, Shark e Arai da qual o modelo top de linha pode chegar a custar em torno de R$ 3,4 mil.
Dá no mesmo, então?
Não é bem assim. Como foi mencionado no início da matéria, além do equipamento ser projetado de acordo com o seu uso, existem outros fatores que influem na escolha de do capacete. O principal deles é para quê você vai usá-lo. Por exemplo, se for andar na pista, recomenda-se usar um capacete Racing. Agora, se a idéia é pilotar em trilhas use um capacete Cross, daqueles com queixeira e aberto, mas que requerem o uso de um óculos de proteção.
Segundo Rodrigo Galdencio, vendedor da Casa do Capacete, em São Paulo (SP), outro item que os motociclistas levam em conta é o peso do equipamento. “Geralmente quando o cliente vem aqui ele procura um capacete para andar em alta velocidade. Então ele opta por modelo feito em fibra de carbono, que é mais leve do que os outros mais baratos que são feitos em plástico injetado”, afirma.
Conforto também é um diferencial. “O capacete veste bem. E tem também a questão do barulho. Eles [os capacetes mais caros] são mais silenciosos e também vibram menos”, conclui Galdencio.
Claro que não podemos nos esquecer da estética. Afinal, algo que vai estar com o motociclista – principalmente quem trabalha com a moto – durante a maior parte do dia precisa ser agradável aos olhos. Nesse ponto, os capacetes de valor mais elevado apelam para as competições para agradar aos clientes. Caso da italiana AGV, que disponibiliza para o consumidor réplicas dos modelos usados pelo piloto Valentino Rossi, que compete no Campeonato Mundial de MotoGP com uma Ducati.
Vida útil
Seja qual for a marca do capacete, um dos fatores mais importantes para continuar seguro é saber quando ele deve ser substituído. Gianfranco Ugo Milani, Gerente de Vendas da Taurus Helmets, é categórico: “Se cair e trincar ou rachar o capacete, ele vai pro lixo. Usar um equipamento com casco rachado compromete a segurança do motociclista”.
Pensando nisso, a LS2 criou, aqui no Brasil, uma espécie de “seguro contra acidente”. Quem compra um capacete da marca e sofre algum acidente no trânsito que inutilize o casco, pode trocá-lo por um novo apresentando o Boletim de Ocorrência junto com a Nota ou Cupom Fiscal. A validade do serviço é de dois anos após a compra.
Também é importante ressaltar que as normas brasileiras exigem uma proteção mais reforçada na região que corresponde à calota craniana, têmporas e nuca do que na parte da boca, por exemplo. Portanto capacetes abertos ou que apenas cumpram às normas podem não proteger a região do queixo. Por isso, é recomendável utilizar um capacete integral que tenha reforço na parte dianteira se você for usá-lo em viagens e estradas, onde a velocidade é mais alta.
Dicas para escolher o tamanho certo
Na hora de escolher um capacete, Caio Fontana, diretor Comercial e de Marketing da IRA, dá algumas dicas para você escolher um do tamanho certo:
1) Meça a circunferência da cabeça usando uma fita métrica. O número encontrado em centímetros será correspondente ao tamanho do capacete. Exemplos: 56 – S; 58 – M; 60 – L; 62 – XL; 64 – XXL.
2) Procure pelo selo do Inmetro. A presença do Selo de Conformidade identifica que aquele produto passou pelos testes de resistência exigidos pela norma NBR 7471/2001.
3) O capacete precisa encostar no couro cabeludo e as almofadas laterais nas bochechas. “É importante destacar que não pode haver um espaço entre o capacete e a cabeça”, adverte Fontana.
4) Depois de prender a cinta jugular rente ao pescoço, verifique se é possível mover o capacete para os lados. Caso o motociclista consiga, recomenda-se que troque o modelo por outro de número menor.
Fotos: Carlos Bazela
Fonte: Agência Infomoto
Enviado por Ailton Cezar - ailton_cezar@hotmail.com
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Cuidados ao comprar motos usadas
1. De uma boa olhada no chassis. Peça para alguém de sua confiança ir com você (um mecânico é até melhor, se você não entende do riscado). Afaste-se uns 5 metros para a frente da moto. com ela na posição vertical e guidon virado para frente, observe se a linha vertical central da roda dianteira coincide com a linha vertical central da roda traseira. É difícil avaliar isso, por isso, uma distância de 10 metros é um pouco melhor do que os 5 metros. Faça isso olhando pela frente e por trás da moto. Mas olhe fixamente por vários segundos. è importante que haja uma pessoa de porte médio à pesado sentada na moto durante esta verificação.
2. Outra verificação, é colocar a moto no descanso central. Verifique a rodagem da roda traseira. Ela deve ser livre e sem oscilações (caixa de marcha em ponto morto, é claro), em ritimo constantemente regressivo (vai parando aos poucos com regularidade) e sem deformações de empenamento axial ou radial). O mesmo deve ser feito com a roda dianteira.
3. Também observe a folga da corrente de transmissão. Se a regulagem dela está perto do meio ou mais para frente e a corrente tem uma folga de mais de 3 cm (30mm) a folga deve ser regulada para que a verdade do desgaste dessa relação venha à tona. Tem gente que tenta enganar o possível comprador colocando o eixo da roda trazeira mais à frente e alega que ainda tem muito “espaço” para folgar como se a relação ainda tivesse muita vida útil pela frente.
4. Observe o desgaste dos pneus. Se o desgaste não for maior na parte exatamente central à banda de rodagem (se for mais de um lado do que de outro), isto é indício de quadro ou suspensão empenada. Se a moto é antiga e está com pneus novinhos, desconfie, pois pode ser que o dono trocou os pneus justamente para ocultar esse desgaste irregular e dizer que está lhe entregando uma moto com pneus novos como vantagem. O desgaste deve ser uniforme e central tanto na roda dianteira quanto traseira.
5. Sente na moto. Gire o guidon de um batente ao outro e tente sentir se ela gira livremente e suavemente (sem “calos”, ressaltos ou rangidos). Também force um pouco a direção para frente e para trás para verificar folga excessiva na caixa de direção. Faça o mesmo para cima e para baixo e para os lados sem girar o guidon.
6. Olhe as laterais de punho, manetes, retrovisores, escapamentos, pedaleiras, tampas do motor, amortecedores, etc. Procure por sinais de arranhões. Isso geralmente indica tombo.
7. Peça para retirar o banco da moto e verifique o estado do chicote. Se tiver muitas emendas ou “buracos” fique atento.
8. Procure, no quadro da moto por sinais de soldas recentes que não são as de fábrica. Se a moto é relativamente antiga e a pintura do quadro está ainda novinha, desconfie.
9. Se a moto tem pintura personalizada, desconfie. Se o estado da pintura (muito novinha) for incompativel com a idade da moto (mais antiga), desconfie.
10. Peça para ligar a moto. Preste atenção em barulhos no motor tanto em marcha lenta quanto em giros médios. Em geral, os maiores defeitos de motores aparecem nestes regimes de rotação. Aproveite e veja se o motor não está fumando (queimando óleo, soltando uma fumaça branco azulada com forte odor pelo escapamento). Fumaça negra pode ser mistura rica apenas (coisa fácil de acertar).
11. Verifique o funcionamento de faróis, sinaleiras (setas), luzes de freio e buzina.
12. Veja o estado de conservação do banco e o aspecto geral da moto. Isso pode revelar tanto a idade real da moto (km) quanto o cuidado que o dono dispensa à mesma.
13. Verifique o estado da enraiação (rodas raiadas) ou aro (roda de liga). Se tiverem mossas, socos, empenamentos, ferrugem ou estiverem com a pintura muito recente, desconfie.
14. Mas em fim, o mais importante mesmo é verificar se o quadro da moto está integro, alinhado, sem empenos. Se isso estiver bom, qualquer outra peça é substituível e você volta a ter uma moto segura e confiável. Se o quadro não está alinhado e integro, você pode trocar qualquer peça que você nunca terá uma moto boa. Isso vai virar pesadêlo, dor de cabeça e outras coisas mais.
Fonte: Fórum Pequenas Notáveis
2. Outra verificação, é colocar a moto no descanso central. Verifique a rodagem da roda traseira. Ela deve ser livre e sem oscilações (caixa de marcha em ponto morto, é claro), em ritimo constantemente regressivo (vai parando aos poucos com regularidade) e sem deformações de empenamento axial ou radial). O mesmo deve ser feito com a roda dianteira.
3. Também observe a folga da corrente de transmissão. Se a regulagem dela está perto do meio ou mais para frente e a corrente tem uma folga de mais de 3 cm (30mm) a folga deve ser regulada para que a verdade do desgaste dessa relação venha à tona. Tem gente que tenta enganar o possível comprador colocando o eixo da roda trazeira mais à frente e alega que ainda tem muito “espaço” para folgar como se a relação ainda tivesse muita vida útil pela frente.
4. Observe o desgaste dos pneus. Se o desgaste não for maior na parte exatamente central à banda de rodagem (se for mais de um lado do que de outro), isto é indício de quadro ou suspensão empenada. Se a moto é antiga e está com pneus novinhos, desconfie, pois pode ser que o dono trocou os pneus justamente para ocultar esse desgaste irregular e dizer que está lhe entregando uma moto com pneus novos como vantagem. O desgaste deve ser uniforme e central tanto na roda dianteira quanto traseira.
5. Sente na moto. Gire o guidon de um batente ao outro e tente sentir se ela gira livremente e suavemente (sem “calos”, ressaltos ou rangidos). Também force um pouco a direção para frente e para trás para verificar folga excessiva na caixa de direção. Faça o mesmo para cima e para baixo e para os lados sem girar o guidon.
6. Olhe as laterais de punho, manetes, retrovisores, escapamentos, pedaleiras, tampas do motor, amortecedores, etc. Procure por sinais de arranhões. Isso geralmente indica tombo.
7. Peça para retirar o banco da moto e verifique o estado do chicote. Se tiver muitas emendas ou “buracos” fique atento.
8. Procure, no quadro da moto por sinais de soldas recentes que não são as de fábrica. Se a moto é relativamente antiga e a pintura do quadro está ainda novinha, desconfie.
9. Se a moto tem pintura personalizada, desconfie. Se o estado da pintura (muito novinha) for incompativel com a idade da moto (mais antiga), desconfie.
10. Peça para ligar a moto. Preste atenção em barulhos no motor tanto em marcha lenta quanto em giros médios. Em geral, os maiores defeitos de motores aparecem nestes regimes de rotação. Aproveite e veja se o motor não está fumando (queimando óleo, soltando uma fumaça branco azulada com forte odor pelo escapamento). Fumaça negra pode ser mistura rica apenas (coisa fácil de acertar).
11. Verifique o funcionamento de faróis, sinaleiras (setas), luzes de freio e buzina.
12. Veja o estado de conservação do banco e o aspecto geral da moto. Isso pode revelar tanto a idade real da moto (km) quanto o cuidado que o dono dispensa à mesma.
13. Verifique o estado da enraiação (rodas raiadas) ou aro (roda de liga). Se tiverem mossas, socos, empenamentos, ferrugem ou estiverem com a pintura muito recente, desconfie.
14. Mas em fim, o mais importante mesmo é verificar se o quadro da moto está integro, alinhado, sem empenos. Se isso estiver bom, qualquer outra peça é substituível e você volta a ter uma moto segura e confiável. Se o quadro não está alinhado e integro, você pode trocar qualquer peça que você nunca terá uma moto boa. Isso vai virar pesadêlo, dor de cabeça e outras coisas mais.
Fonte: Fórum Pequenas Notáveis
Convite Patos Moto Estrada
O PATOS MOTO ESTRADA MC convida a todos os membros de moto-clubes da cidade de Patos e adjacências, na pessoa de sua presidenta da Gestão 2011, Maria da Guia de Medeiros, para prestigiar a cerimônia de posse do presidente para Gestão 2012, Rubens Leite Nogueira da Silva, oportunidade em que serão empossados como membros do PME, os motociclistas Tales Mota e Wellington Fernandes, pessoas valorosas que muito tem a acrescentar à irmandade de motociclística do Nordeste.
O evento será realizado em WILLIAM’S BAR E RESTAURANTE, no dia 03 de fevereiro de 2012, à partir das 20:30, onde será disponibilizado estacionamento para as motos através da entrada lateral do restaurante, ao lado do Instituto Branca de Neve.
Lembramos a todos que o evento será realizado com sistema de consumação individual, devendo os membros de moto-clubes comparecer devidamente caracterizados com seus coletes ou camisas dos MC’s.
Atenciosamente.
Maria da Guia de Medeiros
Presidenta Gestão 2011
Contatos:
Rubens Nogueira (83) 9681-1993
Tales Mota (83) 9929-1551
O evento será realizado em WILLIAM’S BAR E RESTAURANTE, no dia 03 de fevereiro de 2012, à partir das 20:30, onde será disponibilizado estacionamento para as motos através da entrada lateral do restaurante, ao lado do Instituto Branca de Neve.
Lembramos a todos que o evento será realizado com sistema de consumação individual, devendo os membros de moto-clubes comparecer devidamente caracterizados com seus coletes ou camisas dos MC’s.
Atenciosamente.
Maria da Guia de Medeiros
Presidenta Gestão 2011
Contatos:
Rubens Nogueira (83) 9681-1993
Tales Mota (83) 9929-1551
Programação de Inajá-PE
Dia 03 de Fevereiro de 2012(Sexta)
09:00h – Recepção aos motociclistas com refrigerante, melancia , água de coco e água mineral no Mercadinho Cristo Rei entrada principal da Cidade.
10:00h – Inscrição e entrega de Troféus no local do Evento .
18:00h – Som Eletrônico
21:00h – Show (Flash Back)
23:00h – Show (Central-232)
Dia 04 de Fevereiro de 2012(Sábado)
09:00h – Recepção aos motociclistas com refrigerante, melancia, água de coco e água mineral na BR em frente a entrada principal da cidade.
10:00h – Inscrição e entrega de Troféus no local do Evento .
13:00h – Churrasco(boi, bode, lingüiça e galinha caipira), Xerem, Galinhada, Baião de dois, Farofa de Cuscuz e Caldo de Peixe 0800 na
CAGEPE entrada principal da Cidade regado a uma(Banda de Forro)
17:00h – Som Eletrônico
18:00h – Sopão 0800 na Área de Camping ( Escola Antonio Guilherme Dias Lima)
21:00h – Show (Arquilan e Banda)
23:00h – Show (Max e Banda Strelar)
Dia 05 de Fevereiro de 2012 (Domingo)
07:00h – Café da manhã 0800 para os integrantes de Moto Clubes, na Sede do Moto Clube Cristo Rei
09:00h – Despedida dos colegas Motociclistas.
09:00h – Recepção aos motociclistas com refrigerante, melancia , água de coco e água mineral no Mercadinho Cristo Rei entrada principal da Cidade.
10:00h – Inscrição e entrega de Troféus no local do Evento .
18:00h – Som Eletrônico
21:00h – Show (Flash Back)
23:00h – Show (Central-232)
Dia 04 de Fevereiro de 2012(Sábado)
09:00h – Recepção aos motociclistas com refrigerante, melancia, água de coco e água mineral na BR em frente a entrada principal da cidade.
10:00h – Inscrição e entrega de Troféus no local do Evento .
13:00h – Churrasco(boi, bode, lingüiça e galinha caipira), Xerem, Galinhada, Baião de dois, Farofa de Cuscuz e Caldo de Peixe 0800 na
CAGEPE entrada principal da Cidade regado a uma(Banda de Forro)
17:00h – Som Eletrônico
18:00h – Sopão 0800 na Área de Camping ( Escola Antonio Guilherme Dias Lima)
21:00h – Show (Arquilan e Banda)
23:00h – Show (Max e Banda Strelar)
Dia 05 de Fevereiro de 2012 (Domingo)
07:00h – Café da manhã 0800 para os integrantes de Moto Clubes, na Sede do Moto Clube Cristo Rei
09:00h – Despedida dos colegas Motociclistas.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)
















































