terça-feira, 17 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Chegou A Yamaha Fazer250 Blueflex 2013
A primeira motocicleta a adotar o
Sistema Yamaha de Injeção Eletrônica em uma street de 250cc
conta com nova versão BLUEFLEX, única com o sistema
bi-combustível
A Yamaha Fazer YS250 é a
motocicleta ideal para locomoção, trabalho ou lazer, pode ser
utilizada para os motociclistas em deslocamento na cidade e
também para os que preferem passear ou viajar nos finais de
semana. A nova Yamaha FAZER250 BLUEFLEX herda todas as qualidades
da irmã “gasolina” e a flexibilidade de ser abastecida
também com etanol ou ambos - a Fazer YS250 continua sendo
produzida e comercializada.
Como sua irmã, a FAZER250
BLUEFLEX é equipada com sistema de injeção eletrônica, pistão
forjado, cilindro com revestimento cerâmico, freio a disco em
ambas as rodas, além do visual moderno, fácil dirigibilidade e
baixo consumo. Com o visual moderno e esportivo a versão BLUEFLEX
adota novos gráficos exclusivos.
Todo o funcionamento do motor é
assegurado por um eficiente sistema de controle que comanda um
conjunto de dez diferentes leituras. O coração, a Unidade de
Controle Eletrônico (ECU) monitora e analisa as informações de
cada sensor e transmite os comandos aos vários sistemas para que
funcionem de forma ideal para atender às mais diferentes
condições de pilotagem, como por exemplo, o sensor de ângulo de
inclinação que é usado para interromper a injeção do
combustível quando houver uma inclinação da motocicleta
superior a 65 graus.
O radiador de óleo melhora a
capacidade de arrefecimento do motor, um monocilíndrico quatro
tempos de 249 cc e comando de válvula simples no cabeçote que
desenvolve 21 cv de potência a 8.000 RPM e 2,10 kgf.m a 6.500
RPM, com pistão forjado e o cilindro revestido de cerâmica
dispersiva de calor, que como nos modelos maiores da Marca –
XT660R, Fazer, YZ e WR, também são utilizados em razão da sua
robustez e longevidade.
O conjunto mecânico ainda conta
com outros componentes que colaboram para a segurança, robustez e
qualidade dos componentes da Fazer YS250, como engrenagem
compensada com mola amortecedora instalada na extremidade direita
do eixo balanceador, engrenagens das cinco marchas reforçadas e
caixa de filtro de ar com grande capacidade (3,5 litros), para um
melhor funcionamento do motor em baixas e médias velocidades.
O design combina elementos que
dão a FAZER250 BLUEFLEX um estilo esportivo, a começar pelo
desenho do tanque de combustível com capacidade para 19,2 litros
– 4,5 reserva, com tratamento em zinco e rodas de liga leve com
cinco raios. No conjunto o modelo transmite a sensação de volume
e aparência encorpada.
O assento comporta duas pessoas
com conforto, o painel de instrumentos com conta-giros analógico
e mostrador em cristal líquido multifuncional com hodômetro
total e dois parciais (trip1 e trip2), hodômetro do combustível
(f-trip), marcador do nível de combustível e relógio digitais,
luzes espias e agora a LUZ BLUEFLEX.
O farol com multirefletor e lente
em policarbonato facetado, semelhante a sua irmã maior XJ6N,
abriga uma lâmpada de 60 watts. Os piscas são em forma de gota,
e a rabeta “ascendente” tem uma lanterna em LED inspirada na
YZF-R1.
O chassi é do tipo berço duplo.
A suspensão dianteira com barras de 37 mm de diâmetro tem
protetores, enquanto a traseira é monoamortecida com 120 mm de
curso e novo link da suspensão por rolete, o freio dianteiro tem
alto poder de frenagem com 282 mm de diâmetro e pinça com dois
êmbolos, enquanto na traseira leva um freio a disco de 220 mm de
diâmetro.
A nova Yamaha FAZER250 BLUEFLEX
2013 será comercializada em toda Rede de Concessionárias
Autorizadas Yamaha, ao preço público sugerido posto Manaus de R$
11.690,00, disponíveis nas cores Prata ou Preta.
Tecnologia Yamaha traz soluções
exclusivas
Itens como a Luz BLUEFLEX,
Sistema PCV (Ventilação Positiva do Cárter) e Sistema Yamaha de
Segurança compõem os principais desenvolvimentos para o Modelo.
Luz BLUEFLEX – Indica
ativação do Sistema Yamaha de Segurança.
Sistema Yamaha de segurança -
Após dar a partida no motor se a luz indicadora BLUEFLEX
permanecer acesa significa que o Sistema Yamaha de Segurança
entrou em funcionamento.
Nessa situação o condutor deverá aguardar que a luz BLUEFLEX se apague para engatar uma marcha, caso o condutor engate uma marcha com a luz acesa o motor será desligado automaticamente pelo Sistema Yamaha de Segurança.
Nessa situação o condutor deverá aguardar que a luz BLUEFLEX se apague para engatar uma marcha, caso o condutor engate uma marcha com a luz acesa o motor será desligado automaticamente pelo Sistema Yamaha de Segurança.
Sistema PCV - O
funcionamento do sistema PCV é muito simples e eficaz. Todos os
vapores gerados internamente no motor devido a alta temperatura
são distribuídos por meio de mangueiras para a caixa de filtro
de ar.
Por meio do exclusivo sistema desenvolvido pela Yamaha, a separação dos componentes do vapor é realizada. Isto ocorre devido a diferença de temperatura entre esses vapores na caixa do filtro de ar.
Por meio do exclusivo sistema desenvolvido pela Yamaha, a separação dos componentes do vapor é realizada. Isto ocorre devido a diferença de temperatura entre esses vapores na caixa do filtro de ar.
O vapor se condensará e será armazenado no reservatório
embutido na caixa de filtro de ar, sendo liberado para retornar ao
cárter por meio da válvula solenóide. Este fará a liberação
toda vez que a motocicleta for desligada.
Principais características
- Sistema exclusivo Yamaha BLUEFLEX
- Design: Esportivo e moderno
- Step Up e para o início ao mundo das duas rodas.
- Urbano: locomoção, trabalho e Lazer
- Confiança: a 1ª injetada de 250cc do Brasil - Qualidade e Tecnologia Yamaha
- Design inspirado nos produtos de alto desempenho da Yamaha
- Baixo consumo de combustível
- Motor 4 tempos de 250cc, 1 cilindro, 2 válvulas, SOHC
- Potencia: 21cv a 8.000 rpm
- Torque: 2,1kgf.m a 6.500 rpm
- Perfeita posição de pilotagem e dirigibilidade
- Freio a disco em ambas as rodas
- Farol com lâmpada de 60 watts
- Painel digital completo e conta-giros analógico
- Lanterna traseira em LED
- Rabeta ascendente
- Alça do garupa
- Suspensão traseira por rolete – baixa manutenção e maior conforto
- Assento com textura - melhor grip
- Sistema exclusivo Yamaha BLUEFLEX
- Design: Esportivo e moderno
- Step Up e para o início ao mundo das duas rodas.
- Urbano: locomoção, trabalho e Lazer
- Confiança: a 1ª injetada de 250cc do Brasil - Qualidade e Tecnologia Yamaha
- Design inspirado nos produtos de alto desempenho da Yamaha
- Baixo consumo de combustível
- Motor 4 tempos de 250cc, 1 cilindro, 2 válvulas, SOHC
- Potencia: 21cv a 8.000 rpm
- Torque: 2,1kgf.m a 6.500 rpm
- Perfeita posição de pilotagem e dirigibilidade
- Freio a disco em ambas as rodas
- Farol com lâmpada de 60 watts
- Painel digital completo e conta-giros analógico
- Lanterna traseira em LED
- Rabeta ascendente
- Alça do garupa
- Suspensão traseira por rolete – baixa manutenção e maior conforto
- Assento com textura - melhor grip
Compromisso Ambiental - A
Yamaha busca manter um alto padrão de qualidade dos seus
produtos, dedicando-se ativamente para minimizar os impactos de
suas atividades ao meio ambiente e contribuir para qualidade de
vida na sociedade. Foi a primeira fabricante de Motocicletas,
Motores de Popa e Veículos Aquáticos instada no Brasil a
implantar um Sistema de Qualidade em 1995 em Manaus e 1996 em
Guarulhos com base na ISO 9002 (essa certificação foi atestada e
concedida pela DQS do Brasil), em 2003 foi certificado na ISO 9001
nas Yamaha Motor da Amazônia e Yamaha Motor do Brasil,
respectivamente unidades de Manaus e Guarulhos, e em 2004 na ISO
14001 (unidades de Manaus), em 2008 ISO 14001 (unidade de
Guarulhos), como também a primeira empresa no Brasil a instalar
um Laboratório de Análise de Emissão de Gases Poluentes em
2005, sendo um dos mais modernos da América Latina. Essa
inauguração culminou com o lançamento do modelo Yamaha XT660R,
a primeira motocicleta produzida pela Yamaha no País com
injeção eletrônica atendendo antecipadamente aos requisitos do
controle de emissões de poluentes que entrou em vigor em Janeiro
de 2006.
Hoje a Yamaha detém certificação da Norma ISO-9001 (Qualidade),
ISO-14001 (Ambiental) e OHSAS18001 (Saúde e Segurança
Ocupacional) que registra a conformidade com os padrões exigidos
internacionalmente. Em 2011, mais de 20 mil horas em treinamento
ambientais foram realizadas através de campanhas de
conscientização e sensibilização, treinamentos de legislação
ambiental, estudo dos requisitos da norma ISO 14001 e de
formação de coordenadores ambientais.
SAC (011) 2431-6500
Yamaha Motor do BrasilRodovia Presidente Dutra, km 214 - Guarulhos - São Paulo –
CEP: 07178-580
Fones: (0xx11) 2460-5313 | Fax: (0xx11) 2432-5951
www.yamaha-motor.com.br
Relação dos Hoteis e Pousadas para o 1ª Cabrobó Moto Fest
Pousada Limarques - 87 3875-1352
Pousada São Francisco 87 3875-1476
Pousada Limarques está com
desconto na reserva antecipada....aproveitem.
- Sorteio de brindes
- Feijoada 0800
- Banho de Bica na AABB
- Sopão 0800
- Area de Camping
- Feijoada 0800
- Banho de Bica na AABB
- Sopão 0800
- Area de Camping
Não percam.......
Serviço:
Evento: 1º Cabrobó Moto Fest
Datas: 10, 11 e 12 de Agosto de
2012
Local: Praça de Eventos
Cidade: Cabrobó
Estado: PE
email : cabrobomc@hotmail.com
Organizador: Cabrobó Moto Clube
Contatos: Emizael Saldanha
Telefone: (87) 9991-6793
Obeservações :Feijoada 0800,
sopão 0800, hoteis e pousadas com preços normais.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
13 de Julho: Dia mundial do Rock “com atitude”
Desde
o seu nascimento o Rock surgiu como um estilo musical contestador,
capaz de contagiar multidões e fazer admiradores em todas as faixas
etárias e classes sociais, embora fosse e, ainda seja, de certa forma,
condenado por alguns conservadores. Esse estilo conseguiu ganhar o mundo
através do seu ritmo empolgante e carregado de mensagens
revolucionárias.
Muitos
dizem que nos dias de hoje a "atitude Rock and Roll" não existe mais, e
que a música feita com a alma deu espaço a vagos relatos da vida alheia,
simplesmente com o intuito de tentar vender o produto.
O Rock
antes de ser um estilo musical, é um estilo de vida. Essa afirmação pode
parecer arrogante ou soar como algo negativo, mas não é. Qualquer um
pode escutar Rock, se admirar e sair dizendo que é maravilhoso. Mas ter
"atitude Rock and Roll", vai bem mais além.
Quando
dizemos que alguém tem atitude rock, isso indica que essa pessoa, ou
grupo de pessoas, leva a sério a questão da mensagem, da ideologia e da
exposição da verdade, doa em quem doer. Ter atitude Rock and Roll é ter
coragem de ousar e romper barreiras, mesmo quando isso parece
impossível.
Essa é
uma breve reflexão para todos aqueles que entendem o Rock and Roll como
algo transformador e capaz de unir as pessoas, divertir e fazer pensar.
Vida longa ao Rock and Roll.
Hélio Barbosa - Patosonline.com
quinta-feira, 12 de julho de 2012
A História dos Motoclubes
A história do motociclismo de estrada esta diretamente associada à história dos moto-clubes. A seguir faremos um breve relato dos principais fatos que colaboraram para a edificação deste estilo tão cultuado.
Data de 1868 a construção da primeira motocicleta, apesar do crescimento do interesse sobre esta máquina fantástica estar cercando a virada do século XX. Desde os primórdios, ela já despertava o instinto de liberdade naqueles poucos que ousavam desafiá-la. Não demorou muito para que esses primeiros motociclistas percebessem as vantagens de viajar em grupo – apesar de que andar de moto já é inevitavelmente um ato solitário -. Já na primeira década do século XX se organizavam corridas de motos, o que aumentaria consideravelmente o interesse a admiração por este novo meio de transporte e conseqüentemente a criação de clubes que nada mais eram que entidades sociais de indivíduos que andavam de moto juntos. Neste período nasce o Moto Clube do Brasil primeira associação motociclística brasileira nos moldes de uma associação, cuja sede ainda hoje resiste no Rio de Janeiro.
Estas associações persistiram até a década de trinta quando apareciam nos EUA os primeiros moto-clubes com tendências mais rígidas. Nesta época eram produzidas mais de 200 marcas de motocicletas, mas o mercado consolidou apenas três: Harley Davidson, Indian e Excelsior, que juntas respondiam por 90% das vendas. Nesta década a grande depressão devastou a indústria e apenas a Harley Davidson conseguiu sobreviver, apesar de a Indian ter se mantido até 53 e retornado na década de 90.
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, muitos membros das forças armadas americanas foram desmobilizados e não conseguiram se readaptar vida da sociedade “normal” – deixando de lado aqui, o princípio da normalidade-. Era deprimente para eles, a rotina de trabalho, família, hipotecas, faculdades e etc. Acostumados com a adrenalina depois de tanto tempo vivendo no limite e ao mesmo tempo querendo desfrutar ao máximo a liberdade e o próprio fato de estarem vivos de volta ao seu país. Aos poucos foram se reunindo e encontraram na motocicleta o meio para satisfazer seu estilo de vida ideal. As motocicletas estavam baratas, vendidas como excesso de material nos leilões militares. Logo esses indivíduos passaram a compartilhar os fins de semana, mas aos poucos quando chegava à segunda-feira, nem todos iam para casa, transformando o clube de motocicletas do fim de semana em uma família de irmãos substitutos em tempo integral.Principalmente na Califórnia os veteranos formaram centenas de pequenos moto clubes como: Pissed of Bastards, Jackrabbits, 13 Rebels e os Yellow Jackets. Os membros usavam suéteres do clube e rodavam juntos nos fins de semana. Lentamente formalizaram os escudos, as cores, que passaram a defender com sua honra, adaptando a hierarquia militar em uma estrutura de irmandade, subliminada sob os cargos eletivos das associações. Alguns clubes pre-existentes se readaptaram facilmente a esta nova filosofia, outros simplesmente desapareceram, o que não aconteceria no Brasil, os clubes Brasileiros não se adaptaram, continuando como associações ou se extinguindo.
A A.M.A. (American Motorcycle Association) logo percebeu que a guerra havia exposto muitos americanos as motocicletas e que os veteranos voltaram com experiências fantásticas em cima das Harley Davidson WA45, experiências estas, que eles fariam tudo para continuar vivenciando. Ansiosa em manter estes novos motociclistas, a A.M.A. passou a organizar competições, viagens e gincanas com um entusiasmo renovado. Entretanto a guerra não é o exercício mais saudável para a mente de quem combate no front e estes novos motociclistas farreavam muito mais que os motociclistas tradicionais. Sua rotina se resumia quase sempre a festas, disputas, bebedeiras e como era inevitável, algumas brigas. Talvez buscando retomar o tempo perdido. A população tolerava esses excessos porque os motociclistas tinham a seu favor o fato de terem defendido seu país na guerra, apesar de tudo isso estar sendo financiado pelas pensões do governo, o que posteriormente pesaria contra os veteranos, quando saindo da depressão a América tentava otimizar seus custos com o apelo do apoio da população.
Foi em Hollister (CA) que o mito da marginalidade se concretizou, um fim de semana negro era o que faltava ao puritanismo americano e a mídia sensacionalista para taxar os motociclistas de foras da lei e os moto-clubes de gangues. Neste período a polícia e os comerciantes criaram uma serie de alternativas nos locais onde eram realizados os encontros para contornar esta aclamada rebeldia, como fechar duas horas mais cedo e até deixar de servir cerveja. Os jornais estampavam manchetes sensacionalistas como “Revoltas… motociclistas assumem Cidade” e “Motociclistas destroem Hollister”. Até a Revista Life estampou uma fotografia de página inteira de um motociclista em uma Harley, com uma cerveja em cada mão, a A.M.A. se viu então diante de um pesadelo, denunciou os Bastards, culpando-os pelos incidentes e tentando mostrar a sociedade que todos os motociclistas não poderiam ser culpados pelo vandalismo de um único Moto clube.
Com o passar do tempo, ficou cada vez mais difícil separar os mitos da realidade. Quando Hollywood dramatizou o fim de semana de Hollister no filme de 1954 O Selvagem “The Wild One” com Marlom Brando, qualquer esperança de salvar a imagem dos motociclistas estava perdida. Os críticos pareciam incapazes de passar a idéia de que era puramente um filme sobre violência. Na realidade, há muito pouca violência pública em O Selvagem se comparado a muitos filmes de guerra da mesma época. O que parece ter perturbado os críticos era o fato de que a violência das jaquetas de couro estava de mãos dadas com a sexualidade contra a autoridade do puritanismo e dos ternos folgados.
Nós poderíamos não estar lendo este artigo agora se uma única cidade naquele momento concordasse em permitir a A.M.A. promover novamente um encontro de motociclistas, o que só aconteceu cinco meses após os acontecimentos de Hollister. Mas ao contrário do que os puritanos e a policia esperavam, tudo aconteceu em paz e os comerciantes locais abriram suas portas para receber os motociclistas. Mas a mídia sensacionalista e principalmente a revista Best ainda insistiam em mostrar os motociclistas como bêbados ou na pior das hipóteses sociopatas.
O que Hollywood conseguiu foi incentivar verdadeiros predadores a criarem moto clubes e constituir verdadeiras gangues, o que fez da década de 50, uma página negra na história do motociclismo. Nasce nesta época também a rivalidade entre alguns clubes e o senso de território.
As motos eram em sua grande maioria Harley’s e passaram a ser despojadas de tudo que não fosse essencial – velocímetro, lanternas, espelhos e banco de carona – com isso ficavam mais leves e ágeis nas disputas. Esse estilo de moto ficou conhecido como Bobber, que mais tarde deu origem as chopper, que eram motos modificadas para viagens – com frente alongada, banco com encosto e santo antonio.
A moto passou a ter grande importância como sendo um complemento da personalidade de seu dono, e como modificações eram sempre feitas pelos próprios motociclistas, não havia assim duas motos iguais.
A década de 50 também ficou marcada como a década de expansão dos MC’s Americanos para outros paises.
A década de 60 foi fantástica para o movimento motociclistico. As motocicletas voltaram a ser tema de Holywood, Elvis Presley com Roustabout e Steve McQueen com A Grande Fuga, alavancaram uma série de filmes sobre o tema que chegou ao seu auge com Easy Riders. Finalmente vislumbra-se uma mudança imagem do motociclista com o início da fase romântica do motociclismo, que perdurou até o final da década de 70. Este período fixou o motociclística como ícone de liberdade e resistência para o sistema. Nesta década, mas precisamente em 1969, nasce no Rio de Janeiro, o primeiro moto clube Brasileiro que seguia a nova estrutura de hierarquia e irmandade dos Moto-clubes internacionais.
Nesta década o estilo “motociclistico” assumiu uma nova imagem e vitalidade dentro do aspecto de ampliação de estilos de vida contemporâneos. Estes movimentos revitalizaram a reputação do motociclista e foram responsáveis por atrair motociclistas cujo único desejo era projetar a imagem de diversão saudável, contribuição à comunidade e a liberdade inerentes a experiência das Harley Davidson. Neste período, no Brasil, O Vigilante Rodoviário – Série produzida pela TV Tupi entre 61 e 62 – alimentava a imaginação aventureira de jovens e adultos. A década de setenta viu a disseminação dos moto-clubes pelo mundo, alguns se mantiveram fieis às antigas o Harley e outros se adaptaram a outras motos já que nesta década as motos japonesas começaram a dominar o mercado mundial. No Brasil, a instalação de montadoras japonesas e a lei que limitava a importação de motos, tornaram homens como Myster – falecido em 2002 – e os poucos moto clubes existentes, verdadeiros heróis da resistência. Brasil este que após lançar uma associação motociclística em conformidade com os padrões do inicio do século, padeceu sob um retardo de quase 60 anos na história do motociclismo de estrada mundial.
A partir do final da década de sessenta iniciou-se o movimento de moto-clubes dentro destas novas normas de conduta e irmandade. Os sessenta anos de atraso, foram diluídos nas décadas de 70 e 80. Vivenciamos então a fase romântica de encontros onde o único prazer era viajar para estar com os amigos ao pé de uma fogueira falando sobre motos viagens e sabe-se o que mais…..
Apesar de tudo, passamos também pelas outras fases, que culminaram com a popularização do estilo no Brasil a partir de 1996, quando inúmeros moto clubes passaram a ser criados.
Neste período, outra série de filmes como: A sombra de um disfarce e A vingança do justiceiro, insistiam em denegrir a imagem do motociclista.
Muitos fatores levaram a esta popularização: O crescente aparecimento de moto-clubes – na mídia especializada ou não – desfazia aquela aura de mistério e medo, com a liberação da importação, as fábricas japonesas pagando royalties a Harley para copiar seu desenho, a equiparação do dólar ao Real, a abertura de lojas da Harley no Brasil, os políticos visando um colégio eleitoral leal e abandonado e as prefeituras locais buscando ampliar o turismo em suas cidades.
Comercialmente falando, sangue sugas passaram a criar milhares de eventos por ano – que mais parecem festas juninas do que um encontro motociclistico, com o único intuito de ganhar dinheiro no rastro da popularidade. Isto fez com que a maioria dos moto clubes autênticos, raramente sejam vistos em eventos, passando a organizar cada vez mais viagens exclusivas.
Apesar de tudo, o espírito motociclistico ainda sobrevive no pensamento e na atitude daqueles que compreendem e respeitam seus valores e sua essência.
http://www.fashionebook.com.br/e-book/?p=525
eMail enviado por
Ailton Cezar
Recife Pernambuco
ailton_cezar@hotmail.com
Foto Ilustrativa do Moto Clube de Campos -SP em 1932, retirada da Internet
FORROZÃO
Neste sábado, dia 14, será realizado em Patos o I Forró do Motociclista.
O evento acontecerá a partir das 22h:00 no Clube Recreio Maçônico, Bairro Jardim Redenção.
O objetivo do evento é arrecadar recursos para o Patos Moto Fest 2012 que acontece em agosto. Será cobrado um ingresso de R$ 10,00 para ajudar nas despesasw do evento.
Todos os moto clubes de Patos e região estão sendo convidados para prestigiar a festa.
A atração principal será o grupo “Os 4
do Xamêgo” com o melhor do forró pé-de-serra, além disso, o evento terá a
venda de bebidas e comidas típicas, sorteios e brincadeiras.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
O motociclismo Potiguar jamais será o mesmo.
Enviada por Josemar Lex Foto |
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Serviço:
Evento: I Patu MotoFest e III Moto Romaria
Datas: 20, 21 e 22 de Julho
Local: Praça de Eventos Oliveira Rocha
Cidade: Patu
Estado: rn
eMails: marconi.diniz@hotmail.com
Organizador: Anjos da Serra MC
Contato: Marconi Diniz / Alexandre Augusto / Sidney Moura
Fone: 84 99967074 / 9996-7191 / 9684-1666
Falecimento!
Adeus Sergio
Manhã de terça-feira, fomos surpreendidos com o falecimento de
Sérgio Caveira.
A discrição era certamente sua característica marcante,
enquanto motociclista, sempre com um jeitão manso e receptivo.
Cremos que nesse momento Papai do Céu e seus Anjos o recebem de
braços abertos. Fica aqui nossos pêsames e ombro amigo a todos que fazem a
Família Caveira, especialmente Cris, pessoa que merece imenso carinho.
Nossas orações e salva de palmas.
Cacique Motoclube (Recife-Pe)
aviso Cabrobó
Olá pessoal quero aqui passar pra vocês que a cidade de Cabrobó é uma cidade pacata, acolhedora com ecelentes moradores, essa história que é violenta de assaltos isso é um velho mito, hoje cabrobo tem uma otima estrutura, uma otima policia para segurança de todos, em fim não se deixe levar por coisas de atepassados. Cabrobó a cidade do MC Cabras de Aço e do Presidente desse MC, nosso amigo Sheldon, apesar que ele não esta na organização mas esta apoiando então se ele apoia nós do MG Tribo de Davi apoiamos também. E que Deus abençoe a todos.
Joselito Caetano - joselito_836@hotmail.com
domingo, 24 de junho de 2012
Merecido!
O Presidente da Câmara Municipal do Recife,
Vereador Jurandir Liberal e a Vereadora Marília Arraes entregaram, nesta
quinta-feira (21/06), o Título de Cidadão do Recife ao Alexandre
Vovô. A reunião solene realizada no Planário da Casa José Mariano, foi
acompanhada por um grande numero de motociclistas, que lotaram o plenário.
Em seguida foi feita uma grande comemoração no Cemitério dos Caveiras,
com um churrasquinho acompanhado de um forró pé de serra.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Parabéns Valeska
Hoje, dia 19 de junho, Valeska está completando nova idade. Gostaria que fosse feito o registro pra que fique marcado, nos anais do motociclismo, o respeito e admiração que sentimos por ela - E aí falo em nome de todos os integrantes do motoclube Os'40 de Patos PB. Mas, acima de tudo, que fique demonstrado, por meio deste anuncio, o amor que eu sinto, feito agradecimento eterno, pela companheira e esposa de todos os dias... "Que não seja imortal, posto que é chama; mas, que seja infinito enquanto dure".
Misael Nóbrega de Sousa
Os'40 motoclube - Patos/PB
misaeltvpb@yahoo.com.br
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Nova Yamaha YZF-R1 chega ao Brasil como modelo 2013
Inédito sistema de tração com sete modos, que em combinação com os
três modos de condução – “STD”, “A” e “B”, oferece 21 diferentes
posibilidades de combinações. Combinada com o propulsor do tipo
Crossplane atua sem perdas para uma condução esportiva.

Novo mapeamento de injeção eletrônica que entrega de modo progressivo, constante e controlada a potência, principalmente em rotações mais elevadas.
Um maior controle e desempenho otimizado pelo piloto, a R1 conta com relógio e cronometro. No itém segurança conta agora com a função pisca-alerta.
Alinhada as tendências mundiais o conjunto da carenagem recebeu novos faróis e luzes de posição de LED.
A Yamaha YZF-R1, que já estava repleta de tecnologias derivadas da campeã YZR-M1 das pistas de MotoGP, agora foi atualizada com mais inovações da Yamaha YZR-M1 do atual líder do mundial de MotoGP.

A maior adição é um inédito Sistema de Controle de Tração (TCS) com sete níveis de atuação que em conjunto com uma nova ECU optimizada – remapeada, para a aceleração e controlabilidade em médias e altas velocidades. Essas inovações somadas aos três níveis de controle de respostas – função D-Mode, proporciona ao piloto 21 diferentes opções disponíveis, para se adaptar às suas preferências de condução. A grande variedade de configurações permite que o Sistema de Controle de Tração da R1, compensa as sutis mudanças da área de contato entre o pneu e o piso.
Piloto Marcos Branco (primeiro contato) - “Moto dócil com controle de tração ligado, parecendo uma 600cc… Agora qualquer um pilota; a eletrônica minimiza o erro do piloto….. Fique ligado para ver o teste R1 2013″
Além disso, como consequencia o sistema auxilia na redução do desgaste dos pneus. Outras mudanças influenciadas pela Yamaha M1 no MotoGP inclui uma nova mesa superior e pedaleiras com melhor ergonomia e aderencia a sola do calçado.
A R1 2013 também recebeu uma nova carenagem superior, com um farol revisado – com mecanismo semelhante ao da Yamaha XT 1200 Super Ténéré, e estilo mais moderno e agressivo, novas luzes de posição em LED para um olhar mais ameaçador e distinto, e novas tampas em forma de hexágono sobre o silencioso e proteções anti-queimadura.

O chassi Deltabox de alumínio e com um estilo agressivo, trouxe a essa geração da YZF-R1 um olhar novo e radical trazendo tecnologia inovadora para a categoria. Da mesma forma que a antiga geração da YZF-R1 lançou um novo padrão na categoria, a geração atual estabelece um novo marco para a categoria supersporte de 1.000 cc.
O motor

Os engenheiros da Yamaha optaram por soluções mecânicas com características como; alta performance, motor compacto e com virabrequim do tipo crossplane, o que proporciona características de torque excepcionalmente puro e altos níveis de tração. Desta forma, as características do propulsor de torque linear e controlável, constituem a própria essência da YZF-R1.
Dispondo de um motor de 998cc completamente influenciado pelo desenvolvimento da campeã Yamaha YZR-M1, o propulsor de alta tecnologia desenvolve 182 cv a 10.000 RPM. De fato, na sua longa e ilustre história – vide Nasce um Ícone abaixo, o motor da R1 nunca se beneficiou de tanta tecnologia do MotoGP como atualmente.

O motor de 270 ° irregulares – 180 °, 90 °, 180 ° de intervalo, transmite uma sensação mais precisa e imediata de controle sobre a disponibilidade imediata do torque . Além disso, a entrega linear de torque inspira maior confiança, o que faz com que cada virada no punho do acelerador, transmita de maneira vigosa, porém sutil, toda entrega da força ao pneu traseiro. O resultado deste torque proporciona níveis anteriormente inatingíveis de tração nas curvas e de desempenho incomparável.

Para acentuar o ganho de performance foram otimizados os sistemas de suspensão e freios e o estilo radical e agressivo que enfatiza a YZF-R1, assim como a concentração das massas.
Vídeo mostrando as novidades do modelo R1 2013 e uma volta na pista em Londrina/PR com o Piloto Marcos Branco
YZF-R1, pura evolução
1998 (Brasil)
A primeira R1 revolucionava o conceito de superesportivas. Oferecia 150 cv a 10.000 rpm, quadro Deltabox II, entre-eixos de apenas 1395 mm, pesando somente 177 kg.
2000
Com mais de 150 alterações em todo o conjunto, a R1 ficou ainda mais leve (175 kg) e mais rápida. Ganhou um escapamento feito de titânio.
2002
A R1 chegava a sua segunda geração, equipada com uma moderna injeção eletrônica de combustível e o quadro Deltabox III. Visualmente, ficava ainda mais agressiva e ganhava lanterna com LEDs
2004
Além do novo visual, com duas saídas de escape sob o banco, a terceira geração da R1 alcançava a incrível marca de 1:1 na relação peso potência: eram 172 cv
de potência máxima (sem indução direta de ar)
2006
Nascia a quarta geração da R1 com diversas alterações no motor e com o novo quadro Deltabox V. Ela ganhava 3 cv a mais — chegando a incríveis 175 cv a 12.500 rpm
2007/2008
A quinta geração da R1 inaugura um novo motor com quatro válvulas por cilindro e traz diversas inovações oriundas da Yamaha M1 de Valentino
Rossi: duto de ar variável, acelerador eletrônico e embreagem anti-bloqueio
2009
A maior alteração da R1 é o propulsor do tipo Crossplane de 182 cv a 12.500 rpm identico ao adotado desde o ano anterior pela Yamaha M, de MotoGP, também adota um controle de modo velocidade com três diferentes acertos.
2012/2013
Mais intimamente associada a YZR-M1 a YZF-R1 adota uma inédita luz de posição em LED – alinhado as tedências mundiais no segmento de quatro rodas. Sem abrir mão do caráter esportivo, o modelo ganhar sistema de controle de tração de sete níveis.
Novo mapeamento de injeção eletrônica que entrega de modo progressivo, constante e controlada a potência, principalmente em rotações mais elevadas.
Um maior controle e desempenho otimizado pelo piloto, a R1 conta com relógio e cronometro. No itém segurança conta agora com a função pisca-alerta.
Alinhada as tendências mundiais o conjunto da carenagem recebeu novos faróis e luzes de posição de LED.
A Yamaha YZF-R1, que já estava repleta de tecnologias derivadas da campeã YZR-M1 das pistas de MotoGP, agora foi atualizada com mais inovações da Yamaha YZR-M1 do atual líder do mundial de MotoGP.
A maior adição é um inédito Sistema de Controle de Tração (TCS) com sete níveis de atuação que em conjunto com uma nova ECU optimizada – remapeada, para a aceleração e controlabilidade em médias e altas velocidades. Essas inovações somadas aos três níveis de controle de respostas – função D-Mode, proporciona ao piloto 21 diferentes opções disponíveis, para se adaptar às suas preferências de condução. A grande variedade de configurações permite que o Sistema de Controle de Tração da R1, compensa as sutis mudanças da área de contato entre o pneu e o piso.
Piloto Marcos Branco (primeiro contato) - “Moto dócil com controle de tração ligado, parecendo uma 600cc… Agora qualquer um pilota; a eletrônica minimiza o erro do piloto….. Fique ligado para ver o teste R1 2013″
Além disso, como consequencia o sistema auxilia na redução do desgaste dos pneus. Outras mudanças influenciadas pela Yamaha M1 no MotoGP inclui uma nova mesa superior e pedaleiras com melhor ergonomia e aderencia a sola do calçado.
A R1 2013 também recebeu uma nova carenagem superior, com um farol revisado – com mecanismo semelhante ao da Yamaha XT 1200 Super Ténéré, e estilo mais moderno e agressivo, novas luzes de posição em LED para um olhar mais ameaçador e distinto, e novas tampas em forma de hexágono sobre o silencioso e proteções anti-queimadura.
O chassi Deltabox de alumínio e com um estilo agressivo, trouxe a essa geração da YZF-R1 um olhar novo e radical trazendo tecnologia inovadora para a categoria. Da mesma forma que a antiga geração da YZF-R1 lançou um novo padrão na categoria, a geração atual estabelece um novo marco para a categoria supersporte de 1.000 cc.
O motor
Os engenheiros da Yamaha optaram por soluções mecânicas com características como; alta performance, motor compacto e com virabrequim do tipo crossplane, o que proporciona características de torque excepcionalmente puro e altos níveis de tração. Desta forma, as características do propulsor de torque linear e controlável, constituem a própria essência da YZF-R1.
Dispondo de um motor de 998cc completamente influenciado pelo desenvolvimento da campeã Yamaha YZR-M1, o propulsor de alta tecnologia desenvolve 182 cv a 10.000 RPM. De fato, na sua longa e ilustre história – vide Nasce um Ícone abaixo, o motor da R1 nunca se beneficiou de tanta tecnologia do MotoGP como atualmente.
O motor de 270 ° irregulares – 180 °, 90 °, 180 ° de intervalo, transmite uma sensação mais precisa e imediata de controle sobre a disponibilidade imediata do torque . Além disso, a entrega linear de torque inspira maior confiança, o que faz com que cada virada no punho do acelerador, transmita de maneira vigosa, porém sutil, toda entrega da força ao pneu traseiro. O resultado deste torque proporciona níveis anteriormente inatingíveis de tração nas curvas e de desempenho incomparável.
Para acentuar o ganho de performance foram otimizados os sistemas de suspensão e freios e o estilo radical e agressivo que enfatiza a YZF-R1, assim como a concentração das massas.
Vídeo mostrando as novidades do modelo R1 2013 e uma volta na pista em Londrina/PR com o Piloto Marcos Branco
YZF-R1, pura evolução
1998 (Brasil)
A primeira R1 revolucionava o conceito de superesportivas. Oferecia 150 cv a 10.000 rpm, quadro Deltabox II, entre-eixos de apenas 1395 mm, pesando somente 177 kg.
2000
Com mais de 150 alterações em todo o conjunto, a R1 ficou ainda mais leve (175 kg) e mais rápida. Ganhou um escapamento feito de titânio.
2002
A R1 chegava a sua segunda geração, equipada com uma moderna injeção eletrônica de combustível e o quadro Deltabox III. Visualmente, ficava ainda mais agressiva e ganhava lanterna com LEDs
2004
Além do novo visual, com duas saídas de escape sob o banco, a terceira geração da R1 alcançava a incrível marca de 1:1 na relação peso potência: eram 172 cv
de potência máxima (sem indução direta de ar)
2006
Nascia a quarta geração da R1 com diversas alterações no motor e com o novo quadro Deltabox V. Ela ganhava 3 cv a mais — chegando a incríveis 175 cv a 12.500 rpm
2007/2008
A quinta geração da R1 inaugura um novo motor com quatro válvulas por cilindro e traz diversas inovações oriundas da Yamaha M1 de Valentino
Rossi: duto de ar variável, acelerador eletrônico e embreagem anti-bloqueio
2009
A maior alteração da R1 é o propulsor do tipo Crossplane de 182 cv a 12.500 rpm identico ao adotado desde o ano anterior pela Yamaha M, de MotoGP, também adota um controle de modo velocidade com três diferentes acertos.
2012/2013
Mais intimamente associada a YZR-M1 a YZF-R1 adota uma inédita luz de posição em LED – alinhado as tedências mundiais no segmento de quatro rodas. Sem abrir mão do caráter esportivo, o modelo ganhar sistema de controle de tração de sete níveis.
Programação do 2ª União do Vale Moto Show 2012.
Sexta 22/06: Recepção aos Motociclistas a partir das 16h;
" Local: Praça Jota Keully, Bairro: Dom Elizeu;
" 19:30h Novenário de São João Batista, Local: Matriz São João Batista, Centro.
" 22:00h: Inicio das festividades do Padroeiro na Praça São João, Centro;
" Animação: Banda Grafith, Forro Deixe de Brincadeira. (forro até amanhecer o dia);
Obs.: Estacionamento para as Motocicletas 0800 e local reservado para os Motociclistas no centro da cidade;
Sábado 23/06: Recepção aos Motoclubes e Motociclistas com Café da manhã a partir das 07:30h;
" Local: Praça Jota Keully, Bairro: Dom Elizeu;
" Animação: Zé Agostinho e Forro Pesado;
" 11:30h: Passeio Motociclistico pelas principais avenidas da cidade.
" 12:30h: Churrasco e Feijoada 0800 São João Parque Clube;
Animação: Renato Marinho e Max e Banda;
OBS.: Na oportunidade estaremos realizando inscrições e venda de kites;
" 19:30h Novenário de São João Batista, Local: Matriz São João Batista, Centro;
" 22:00h: Inicio das festividades do Padroeiro na Praça São João, Centro;
" Animação: Foro Pegado (forro até amanhecer o dia);
Obs.: Estacionamento para as Motocicletas 0800, e local reservado para os Motociclistas no centro da cidade;
Domingo 24/06: Despedida aos Motoclubes e Motociclistas com o Café da Manhã a partir das 07:30h;
Área de Camping
" Colégio CEPA;
Local: Bairro Frutilândia (camping a 1,5km do evento);
" Colégio Marcos Alberto de Sá Leitão;
Local: Bairro Novo Horizonte.
OBS.: No ato da Inscrição pedimos 1 kg de alimento não perecível em prol da APAE/RN de Assu.
Trágico Acidente
Em nome do Esperança Moto Clube,
(E.M.C), Venho informar do trágico acidente ocorrido durante o
Araruna Moto Fest, com nosso Amigo Thiaggo Evaristo e sua noiva,
Mayra Helem, resultando na morte da mesma.
Eles fazem parte do Preguiças do Asfalto de João Pessoa-PB. Thiaggo sofreu uma fratura esposta no braço e segue em recupereção, mais sabemos que o mais dificil, digo, quase impossível é se recuperar da perda de sua noiva, o qual iriam se casar no dia 14/06/2012.
Força meu Amigo Evaristo! E sei que Deus acolheu nossa Amiga Helem e lhe dará o descanço e a paz merecida.
Berg - berglinden2@hotmail.com
Eles fazem parte do Preguiças do Asfalto de João Pessoa-PB. Thiaggo sofreu uma fratura esposta no braço e segue em recupereção, mais sabemos que o mais dificil, digo, quase impossível é se recuperar da perda de sua noiva, o qual iriam se casar no dia 14/06/2012.
Força meu Amigo Evaristo! E sei que Deus acolheu nossa Amiga Helem e lhe dará o descanço e a paz merecida.
Berg - berglinden2@hotmail.com
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
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