sexta-feira, 9 de julho de 2010

Valeu, Naldo!!


Como haviamos antecipado, a HONDA será uma das empresas patrocinadoras do Patos Moto Fest de agosto. O gerente NALDO, irmão motociclista, da VIAMAR MOTOS, comprou uma cota Master e vai estar bem na linha de frente com todos os serviços de qualidade que a HONDA oferece.

A comissão organizadora está disponibilizando uma área de 16X06 para abrigar as revendas da cota Master, em local privilegiado.

Naldo já disse que pode avisar aos motociclistas que vai, inclusive, disponibilizar um telefone para uma eventual emergência, caso o motociclista fique no meio do caminho.

"Iremos deixar de sobreaviso o nosso reboque para prestar assistência aos motociclistas que vierem a cidade de Patos", disse o gerente da revenda Viamar Motos.

Ducati Hypermotard 796


Potencializando o conceito de oferecer uma pilotagem ágil e divertida a Ducati “cria” um novo conceito para as supermotard: Hypermotard.

Recém-chegada ao país, a Ducati Hypermotard 796 vem equipada com um “coração” potente, o propulsor Desmodue que permite a máquina a chegar aos 200km/h com muita potência e tranquilidade.

Não importa se o motociclista é iniciante ou mais experiente, vai curtir pilotar a dócil Hypermotard 796. A Ducati Hypermotard traz ainda um design pra lá de ousado, composto por para-lama integrado ao farol, guidão com protetores de mão e painel digital compacto e completo

Ficha Técnica: Ducati Hypermotard 796

Motor: Dois cilindros em “L” (V a 90º), 803 cm³, duas válvulas por cilindro, comando desmodrômico e refrigeração a ar.
Potência máxima: 81 cv a 8.000 rpm.
Torque máximo: 7,7 kgfm a 6.250 rpm.
Câmbio: Seis marchas e transmissão final por corrente.
Alimentação: Injeção eletrônica; partida elétrica.
Quadro: Treliça de aço.
Suspensão: Dianteira por garfo telescópico invertido de 43 mm de diâmetro, com 165 mm de curso; monobraço traseiro de alumínio com amortecedor Sachs regulável na précarga e retorno com 141 mm de curso.
Freio: Dianteiro com disco duplo de 305 mm de diâmetro e pinça de quatro pistões fixada radialmente; traseiro por disco simples de 245 mm de diâmetro com pinça de dois pistões.
Pneus: 120/70-ZR17 (dianteiro)/ 180/55-ZR17 (traseiro).
Dimensões: 2.120 mm (comprimento); 1.155 mm (altura); 1.455 mm (entre-eixos); 825 mm (altura do assento).
Peso: 167 kg a seco.
Tanque: 12,4 litros.
Preço: R$ 42.900

Fonte: Infomoto

Bruno, Macarrão e Bola são levados para prisão em MG


O goleiro Bruno Fernandes Souza, o amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão, e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, Paulista ou Neném, saíram por volta das 16h40 do Departamento de Investigações de Homicídios e Proteção à Pessoa (Dihpp), em Belo Horizonte, transferidos para a Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem.

Eles foram escoltados por cinco viaturas policiais. A transferência foi considerada necessária pela polícia mineira para dar maior segurança aos principais suspeitos no caso de Eliza Samudio, que está desaparecida desde o início de junho e é considerada morta pela polícia.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Motochico: programação


Programação do Moto Chico:

QUINTA 08/07

10:00hs – Recepção aos Motociclistas
14:00hs – Inscrições e Entrega de Troféus
18:00hs – Término da Recepção
19:30hs – Banda Pilar Central (Gospel)
20:00hs – Término das Inscrições e Entrega de Troféus
21:00hs – Kaveira e Banda Cela
23:00hs – Whisky Rose

SEXTA 09/07

09:00hs – Recepção aos Motociclistas
10:00hs – Inscrições e Entrega de Troféus
18:00hs – Término da Recepção
20:00hs – Abertura Oficial do 10º Moto Chico
20:00hs – Término das Inscrições e Entrega de Troféus
20:30hs – Banda Medievais
22:00hs – Kaveira e Banda Cela
23:30hs – Banda Lobo do Asfalto
01:00hs – Forró Pega Leve

SÁBADO 10/07

08:00hs – Café da Manhã
09:00hs – Recepção aos Motociclistas
10:00hs – Inscrições e Entrega de Troféus
12:00hs – Término do Café da Manhã
18:00hs – Término da Recepção
20:00hs – Término das Inscrições e Entrega de Troféus
20:00hs – Banda Tempus
20:00hs – Entrega de Bandeiras aos Moto Clubes
22:00hs – Banda Orion
00:00hs – Banda Lobo do Asfalto

DOMINGO 11/07
07:00hs – Despedidas aos Motociclistas
12:00hs – Som Mecânico
18:00hs – Encerramento Oficial do 11º Moto Chico

recall


Na última quarta feira (30/06) a Suzuki convocou um recall para seu modelo GSX-R750 -ano e modelo 2011.

Segundo a representante da marca no Brasil, J. Toledo Suzuki, o chamamento acontece para a inversão de montagem do selo mecânico. A medida acontece para evitar possíveis vazamentos de óleo.

Os proprietários deverão comparecer a uma concessionária para a realização gratuita do reparo.

Confira os chassis envolvidos:

De 9CDGR7LAJBM105241 a 9CDGR7LAJBM105475 .

Fonte: Auto Esporte

Sem comentários!

A "esquisitona"

Daguia e amigos de Caicó

Tai a comissão do Patos Moto Fest de agosto! Não estão na foto: Tiberio, Maxwell e Sormany

Um simbolo de liberdade!!!

Grande, Caveira!!!

Sr e Sra Miranda!

A ÚLTIMA DAS CRIATURAS

Por Misael Nóbrega de Sousa

Os bichos que não pensam e àqueles que pensam que pensam, não merecem dividir o mesmo espaço, porquanto são diferentes apenas na ambição. Os dois vêem no instinto a única condição de ferir. O ato é lícito, tão somente, para o mal. Os que chamamos de “bicho” não temem a armadilha do homem; vão para a morte, igual uma rendição de propósito. E se reagem é, por acaso, espasmos de vida. A atitude do executor não é faculdade da inteligência ou sobrevivência: é, na realidade, um assassinato; uma afronta à natureza, com os seus ciclos e cadeias alimentares. O morticínio já se instaurou entre os que “pensam...” por falta do que fazer. Os mamíferos que povoam a terra deixarão de ser elementos plásmicos para ilustrarem uma fábula qualquer. O homem, o último das criaturas. E tudo será, então, digno do mais amistoso, tédio. Até que forças divinas e sobrenaturais se convertam em manhãs de domingo; e possam gerar um novo ente para que haja, também, outro começo. Após a saturação deste cenário debilitado, e assim conforme os desígnios e regras posteriores ao “gran finalle”, roga-se no porvindouro uma raça menos arrogante.

E que nasçam das pedras como os rios...

Deste modo, haverão de se orgulhar da existência. E duvido que engatinhe, antes de se por em pé. O novo habitante da terra prometida, enfim, terá uma experiência de amor. E, assemelhando-se ao pólen, irá confiar a cada pareceiro uma porção do antídoto, antecipando-se ao caos. Todos poderão viver plenamente sem precisar da razão. Na inocência, verão apenas a luz. E na eternidade dos dias que se passarem... - O descanso sossegado das horas e a certeza de que aquilo é mesmo a felicidade. Não haverá a cobiça do paraíso, também pudera: naquela terra tudo será de encantamento. E a abóbada celeste servirá de inspiração para voar, portanto, referência do que é céu. Anjos tocarão as melodias de Orfeu e tanto o nascedouro como o morredouro serão motivos de celebração por três dias – assim, não haverá outra coisa a fazer senão dançar – e, na medida exata da separação dos corpos, para que também, a proximidade física não seja um influenciador dos mundos. É na pia batismal dos sonhos que encontro a dádiva da vida. E só depois de tudo consumado entenderemos, enfim, o que fomos – e assim, libertaremos a nossa alma do inferno que não existe. Para sermos verdadeiramente livres temos que desistir deste lugar.

Professor e jornalista

Reunião


Estiveram presentes a reunião de ontem à noite (07), no restaurante Coreto II: Misael, Daguia, Aluizio, Ismaias, Carlos, Washington e André.

Foi apresentada a nova estrutura de palco, som, iluminação e telões para a comissão.

"A idéia é fazer do Patos Moto Fest um mega evento, mas para isso é preciso a participação de todos os motociclistas", disse André, membro da comissão organizadora.

Grupo Izzo mantém exclusividade da marca Harley-Davidson no Brasil


O Grupo Izzo obteve vitória na Justiça brasileira que, no dia 28 de junho, concedeu liminar suspendendo os efeitos da sentença de primeira instância, concedida à Harley-Davidson e que permitia a quebra do contrato de exclusividade entre a marca e o Grupo. A decisão manteve o contrato entre as partes válido até dezembro de 2015 e reafirmou o Grupo como representante exclusivo da Harley-Davidson e único revendedor da marca no país.

Com esta liminar, a Harley-Davidson está impedida de anunciar novos representantes, devendo cumprir o contrato firmado em 2007 – e existente há 18 anos – entre as partes, até que o mérito da ação seja julgado em segunda instância.

A liminar refuta todos os pontos aplicados em primeira instância e ratifica que o Grupo Izzo sempre cumpriu com todas as suas obrigações contratuais. A principal alegação da Harley-Davidson era de que o Grupo havia violado o direito de exclusividade e aliado a marca a motocicletas concorrentes.

Segundo o texto da liminar, “a requerida (Harley-Davidson) não se incomodou em momento algum com a comercialização de outras marcas pela autora e com o seu comportamento abriu um espaço de liberdade contratual que não pode ser agora restrito, sob pena de violação da confiança e consequentemente da boa-fé que se exige dos contratantes, muito menos pode se aproveitar da sua consciente omissão para pleitear o desfazimento de contrato que era executado plenamente pelas partes a despeito do fato”.

Sobre a alegação de que o Grupo havia realizado alterações em sua estrutura societária o representante da Justiça brasileira disse o seguinte: “Está documentado nos autos que a criação de outras duas sociedades tinha como únicos sócios aqueles que integram a sociedade autora (Grupo Izzo), o que revela alteração incapaz de causar dano aos interesses da requerida e à execução do contrato”.

Retrô


A revista Manchete de 1973 estampava na capa uma linda jovem de cabelos longos, sorriso perfeito montada numa moto. Seu corpo escultural, moldado pelas areias e dourado pelo sol de Ipanema, era coberto apenas por um biquíni cortininha.

A jovem, então com 18 anos, era Rose Di Primo. A mulher eu reconheci, agora a moto, sinceramente, não sei qual é.

As mulheres e suas motos custom





Recebi um email de uma leitora aqui do blog reclamando do tipo de fotos que posto na categoria “Motos e Mulheres”. Não que haja nada ofensivo, mas ela se incomoda em ver a mulher tratada sempre como um “objeto a ser levado na garupa”. Ela sugere que eu poste fotos de homens bonitos em cima de suas possantes… isso eu não vou fazer; não é nem pelo machismo, mas é que não tem não tem nada a ver com a categoria.

Fiz uma pequena busca e descobri várias fotos de mulheres assumindo o guidão e mostrando que lugar de mulher também é atrás do tanque… de uma moto. =D

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Piada de portugues

O motoqueiro (esse era motoqueiro mesmo) está a 200 por hora na estrada quando estoura o zíper da sua jaqueta. Para evitar o frio no
peito, ele resolve vesti-la ao contrário.
Após 2 quilômetros a moto derrapa e ele voa para o meio do mato.
Logo após vem um carro com dois portugueses, que vão socorrer o coitado.
Em seguida chega a polícia, que pergunta aos portugueses:
- Ele morreu na hora?
- Não, morreu agora há pouco, quando tentávamos virar o pescoço dele para o lado certo!

Foto é poesia!!!!

Vixe!!!!!

Patinho completa 58 anos de história


O Patinho Terror do Sertão, como é chamado carinhosamente o Esporte Clube de Patos, está em festa neste dia 7 de julho. Hoje são comemorados 58 anos de sua fundação, um grande orgulho para sua fiel torcida alvirrubra.

O Esporte foi fundado no dia 7 de julho de 1952 por alguns ex-atletas do extinto Botafogo de Patos, sob o comando do sr. Zéu Palmeira e de Antônio Araújo, conhecido como Araújo, maior glória do Esporte. A reunião de fundação do clube ocorreu na sede do Tiro de Guerra patoense. Admiradores do futebol pernambucano, os fundadores homenagearam o Sport e o Náutico, ao denominar a equipe como Esporte Clube de Patos e ao utilizarem o mesmo padrão adotado pelo alvirrubro recifense na época.

O Esporte disputou o Torneio Intermunicipal cearense representando a cidade do Cedro, chegando a rivalizar com a cidade de Juazeiro do Norte. Em 1964, o clube deu início à profissionalização, passando a disputar o Campeonato Paraibano a partir de 1965, permanecendo até 1974. Disputou ainda em 1976 e 1977, retornando apenas em 1982 e disputando até 1995.

Participou ainda das edições de 1997, 1998 e 2002. Após a conquista do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão, o alvirrubro patoense retornou mais uma vez a elite do futebol paraibano.

Atenção!

Reunião hoje, às 8h da noite, no Coreto II, com toda a comissão do Patos Moto Fest 2010.

Bennelli 1130 Café Racer - Exclusividade ao extremo


Motor explosivo e estilo arrebatador são as principais qualidades da naked Bennelli 1130 Café Racer

Sabe aquela ansiedade de quem esperou muito tempo por sua moto? Seja de um simples reparo na oficina a espera da entrada da sua primeira moto zerinha da loja? Pois bem, não são raras às vezes em que nós, da equipe DUAS RODAS, ficamos assim, ansiosos em alguns testes. E a avaliação da Bennelli TNT 1130 Café Racer é motivo suficiente para deixar qualquer piloto no mínimo curioso. A marca Bennelli, que tem origem Italiana, porém hoje controlada pelo grupo chinês Qianjiang, possui poucos modelos importados no Brasil. A 1130 Café Racer, que possui visual arrebatador e motor pouco convencional (três cilindros em linha), é um dos modelos que finalmente vamos ver de perto já que o Grupo Izzo passa a ser o importador oficial no Brasil.

O nome Café Racer faz referência a um movimento que aconteceu na Inglaterra na década de 50 onde motociclistas paravam nos cafés à beira da estrada para disputar rachas. A regra era colocar uma moeda no jukebox (aparelho de som com diversos álbuns musicais, comum na época) para tocar uma música que determinaria a duração do racha. Na época, as motocicletas recebiam modificações para se aproximar das motos de competição. Recuar as pedaleiras, instalar bancos tipo monoposto e substituir os guidões por semiguidões (guidão fixo diretamente nas bengalas) eram as alterações mais comuns na época. Todas essas caracerísticas estão presentes na Bennelli TNT 1130Café Racer, com a diferença do estilo moderno que confere o design retilíneo e com muitos formatos angulares, como se a moto toda tivesse sido desenhada através de vetores

Dá pra ficar um bom tempo comentando os detalhes de design, como o farol que é grande e possui formato triangular, o escape de saída única que divide as luzes de freio e lanterna ao meio, as curvas do escape em zig-zag ou as grandes aletas laterais do tanque que escondem os radiadores e incorporam as ventoinhas é só uma pequena parte do que faz essa moto chamar atenção. Aliás, tudo nesta Bennelli chama a atenção, a única ressalva fica para o acabamento, principalmente das peças de pástico, que poderiam ser melhores.

Coração triplo

Por baixo do quadro, que é tipo treliça com tubos de aço na dianteira e traseira fundida em alumínio, há um motor de construção interessante. Com três cilindros (como na maioria dos modelos da fabricante inglesa Triumph), quatro válvulas por cilindro, duplo comando no cabeçote e alimentação por injeção eletrônica. A potência máxima declarada é de 137 cv a 9.500 rpm e o torque máximo de 11,2 kgf.m que acontece aos 7.750 rpm. Os números de desempenho não impressionam para um motor de 1131cc que sem encarrega de levar 208 kg de peso, a seco, até a casa dos 250 km/h

O rondo do motor é bastante parecido com o som emitido de um quatro cilindros, porém, mais grave, típico deste tipo de arquitetura. Quando em marcha lenta, os ruídos internos são evidentes mas basta acelerar para o problema desapareça. Mesmo equipado com injeção eletrônica o motor apresentou alguns engasgos para sair da marcha lenta com movimentos rápidos do acelerador. A alta taxa de compressão em 11.2:1 pode ser um dos motivos, pois motores “taxados” necessitam de combustível de qualidade além de um bom trabalho de tropicalização.

Uso diário

Capacete, botas, macacão e luvas de couro e um sol de rachar o asfalto. Já estava mais do que na hora de avaliar o desempenho da TNT 1130 na pista. Também se demorasse mais um pouquinho o prato do dia ia ser cozido de piloto ao vapor. Completei algumas voltas em ritmo moderado para que pudesse notar características que são impossíveis de perceber pilotando esportivamente, além de aproveitar para me refrescar um pouco

Como na maioria das nakeds, a Bennelli Café Racer é maleável. Possibilita rápidas trocas de direção em qualquer velocidade. Porém, ela se mostra pouco versátil pelo banco monoposto, que impede o piloto de viajar acompanhado, e o curto grau de esterçamento do guidão que limita a agilidade da moto curtas manobras, bastante necessário no trânsito, por exemplo. A posição de pilotagem privilegia a esportividade sem exageros. Mantendo o piloto num meio termo entre uma naked e uma esportiva. A fixação dos espelhos retrovisores na extremidade das manoplas é interessante, achei até que pudesse atrapalhar na pilotagem, contudo não encontrei dificuldade alguma.

Achei que o acionamento da embreagem fosse mais leve devido a assistência hidráulica, no entanto, chega a ser mais rígida do que algumas motos onde a embreagem é manipulada através de cabos. Esta rigidez pode se traduzir em desconforto para o uso diário, sobretudo em situações de congestionamento. Por falar em uso, a capacidade do tanque em armazenar 22 litros de combustível prevê uma grande autonomia, bom para viagens ou mesmo para quem não gosta de visitar postos de combustível muitas vezes na mesma semana. Projetando um consumo médio de 15 km/l, já que infelizmente não pudemos fazer a medição de consumo pela a utilização na pista que gera números de consumo completamente diferente do que seria na estrada, a autonomia ultrapassaria facilmente os 300 km.

Na pista

Na utilização esportiva, a posição de pilotagem facilita que o piloto se desloque para uma postura agressiva. A agressividade do motor em praticamente todos os regimes de rotação e o pequeno curso do acelerador exige delicadeza do piloto no punho direito para que os trancos das acelerações e frenagens não desequilibrem a trajetória e nem atrapalhe a pilotagem.

Os freios, potentes e moduláveis, foram eficientes na tocada esportiva assim como o conjunto que apresentou boa estabilidade durante o teste. O único senão ficou para suspensão traseira que, apesar do bom comportamento nas saídas de curva, insistiu em manter a roda traseira em trepidação em fortes reduções durante as frenagens. Ambas as suspensões são completamente ajustáveis com regulagens de compressão, retorno e pré-carga da mola. Um trabalho mais afinado poderia solucionar o problema da roda traseira.

Ao final do teste estava satisfeito em ter rodado numa motocicleta tão exclusiva no Brasil. Embora mereça pequenos acertos, como na suspensão, no curso do acelerador, injeção e em detalhes no acabamento, mostrou ser uma ótima opção de moto, principalmente se a intenção for chamar a atenção

Cada macaco no seu galho


Status, novidade ou utilidade? entre Kawasaki Ninja 250, Honda CB 300 e Yamaha Fazer 250 há muito mais em comum do que você possa imaginar

Texto: Ricardo Dilser – Fotos Mario Villaescusa


Observe estes três modelos e veja que interessante: têm cilindrada equivalente, servem para levar e trazer pessoas ou simplesmente para curtir o melhor que a vida pode oferecer. Embora sejam simplesmente motocicletas, cada uma oferece um sabor diferente na pilotagem, no uso e, claro, no bolso. A mais apimentada deste trio é a Kawasaki Ninja 250, que entrou no teste com as duas mais vendidas para provar na pista se realmente é a mais esportiva. A recém-lançada Honda CB 300R tenta oferecer um pouco deste paladar, revelando um design dos mais esportivos entre os produtos nacionais de baixa cilindrada (a Ninja é importada), enquanto a Yamaha Fazer 250 e sua receita arroz-com-feijão pode ser a opção daqueles que precisam, simplesmente, de eficiência. Para saboreá-las, colocamos as panelas no fogo, abrimos o gás e descobrimos que as diferenças são menores do que os desenhos sugerem. Se você não acredita? Então continue lendo.


Nosso comparativo foi fundo. Passamos um dia inteiro no autódromo do ECPA, em Piracicaba (SP); andamos também por ruas e estradas, com e sem garupa, freamos, deitamos, raspamos joelho, pedaleira e até escapamento no chão. Só não fizemos crash-test. Nas voltas rápidas com as três motos, confesso que quase fui ao chão com a Kawasaki. E a partir daí começaram as primeiras conclusões. E conclusões inéditas, até para os especialistas que participaram deste teste (me ajudaram os pilotos Francis Vieira e Leandro Mello). A Kawasaki Ninja 250 não é tão esportiva quanto suas linhas sugerem. Em segundo lugar, a Honda CB 300R não é tão mais rápida que a antiga Twister 250 e, por último, a Fazer se mostrou mais fácil de pilotar que qualquer outra rival. Justiça seja feita, até mesmo porque olhando estes modelos a Fazer já acena desvantagem. A Yamaha se limitou às mudanças exigidas pelo programa de redução de emissões, usando catalisador e sonda lambda no escapamento, além da reprogramação do sistema de injeção. Para resumir, em uso a nova Fazer está quase igual às produzidas até 2008

Já o problema da Ninja é custar R$ 18.880, quase o equivalente a duas Fazer 250 (R$ 10.950). E, cá entre nós, ela não é duas vezes mais esportiva que o modelo da Yamaha, a menos que o critério seja visual. A Honda tem valor sugerido de R$ 11.490 em média é vendida em média por R$ 12.500. Para comprovar essa questão de esportividade avaliamos as três concorrentes, monitoradas com cronômetro e GPS, em voltas rápidas. Nesta volta rápida, simulamos o que você poderia fazer, por exemplo, numa estrada sinuosa de serra, naqueles dias em que está atrasado para uma entrevista de emprego.


Veja que surpresa. Com 12 cv a mais que a Fazer e quase 7 cv a mais que a Honda (com motor 300 cc), a carenada e esportiva Ninjinha não foi tão mais rápida como imaginamos. Leandro Mello fez a volta mais rápida com a verdíssima Kawa em 39,5 segundos, contra 39,7 segundos da CB 300R e, logo atrás, 40,3 segundos da Fazer 250. Entre a primeira colocada, a Kawasaki 250, e a última, a Fazer 250, se passaram apenas 8 décimos de segundo, tempo inferior ao que você levou para ler esta frase. Certo que o autódromo do ECPA é bem travado, com curvas de baixa velocidade seguidas de pequenas retas, mas o fato da CB e da própria Fazer estarem tão perto da Kawasaki sugere o seguinte: no anda-e-pára dos grandes centros, entreretomadas e freadas, aplausos à ciclística acertada das nacionais CB e Fazer

O segredo da Ninja
Esqueça aquela história de que motor em V é bom para se obter torque, em linha é melhor para potência e assim por diante. Na verdade, a potência gerada por um motor corresponde à quantidade de energia produzida em um intervalo de tempo. É por isso que os engenheiros buscam cada vez mais rotações em seus propulsores. Na MotoGP, algumas unidades já chegam a 19.000 rotações por minuto. Girando mais, consegue-se produzir mais energia. A 19.000 giros, um motor de 4 tempos produz 158 ciclos de energia por segundo. Este mesmo propulsor funcionando a 1.000 giros, por exemplo, gera somente 8,3 ciclos energéticos por segundo. Percebeu a pequena (grande) diferença?


Em teoria, um motor "girador" é mais potente que outro similar que gira menos. Dizem os especialistas que o motor não gera potência, e sim torque. É quase verdade, porque o número de potência é uma resultante entre a rotação versus o torque, mas isso é assunto para outra reportagem. O fato é que a Kawasaki se aproveitou dessa lei para gerar mais potência. Ela simplesmente aumentou a potência gerando mais rotações. Parece simples, mas não. Para tanto, tem dois cilindros, cada um com quatro válvulas (duas de admissão e duas de escapamento) e conta com uma capacidade de aspiração de ar bem maior. Tudo isso é fruto de um trabalho focado, não adianta "estourar" as rotações segurando o acelerador que a potência não aparecerá do nada.


E tem ainda outro problema: quanto mais rotações, menor a faixa de torque. O motor foi projetado para isso (não dá para ganhar todas...) e os números não mentem. Medidos em GPS, obtivemos os seguintes resultados nas retomadas entre 40 km/h e 80 km/h: 12,8 segundos para a Kawasaki, 10,2 segundos para a Fazer e 9,2 segundos para a CB 300. O motor da Ninja não é mais potente? Sim, e bem mais potente. Mas a diferença de potência só se dá em altos giros, como em qualquer outra esportiva. Fazer, e principalmente a CB, têm mais agilidade em baixa rotação.


É certo que não existe nada no Brasil que consiga trazer o patamar das superesportivas para, digamos, algo palpável. Palpável, na verdade, para quem está disposto a investir quase R$ 19 mil na compra de uma motocicleta de 250 cc. A Kawasaki, fora todos seus adjetivos estéticos e dinâmicos, é a única das três capaz de suportar velocidades até 160 km/h reais (CB e Fazer estacionam a 132 km/h). Enada de garupa, que não conta sequer com apoios para as mãos. Neste aspecto, aliás, aplausos para a Fazer, cujo formato do banco é mais confortável para o garupa. A Kawasaki Ninja 250, com seu motor de 33 cv, é sinônimo de potência e status, enquanto a Honda CB 300R é puro design. A Fazer, por sua vez, prioriza a utilidade. Faz quase tudo o que as outras permitem, mas custa menos

Serviço:




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9º Mossoró Motoshow

Datas: 16,17 e 18 julho de 2010

Local: Estação das Artes

Cidade: Mossoró

Estado: RN

Site: www.carcarasdoasfalto.com.br

eMails: carcarasdoasfalto@hotmail.com

Organizador: Carcarás do Asfalto

Contato: Ewerton, Junior, Laercio

Fone: (84)9971-4698/8872-0977/9972-1079


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Relação de hotéis e Pousadas


Hotel Thermas 84 - 3422 - 1200
Hotel Sabino Palace 84 - 3323 - 0800
Hotel Villa Oeste 84 - 3317 - 5533
Hotel Valley 84 - 3315 - 1950
Hotel Garbos 84 - 3064 - 1000
Hotel Vitória 84 - 3318 - 1839
Hotel São Luiz Plaza 84 - 3422 - 9060
Hotel Zenilândia 84 - 3321 - 2949
Hotel Imperial 84 - 3316 - 2210
Hotel Del Plata 84 - 3321 - 3846
Hotel Ouro Negro 84 - 3317 - 2070
Pousada Shalon 84 - 3314 - 7901
Pousada Asa Branca 84 - 3314 - 2828

“Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós, leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo.”


Amigos

É com muita tristeza e um imenso pesar, que venho informar o trágico e prematuro falecimento do nosso amigo, irmão e companheiro de estrada, Júlio.

O mesmo faleceu no inicio da noite desta segunda feira (05/07) vitima de um acidente automobilístico, nas proximidades da cidade de Lages-RN. O Julio estava de carro a trabalho, quando chocou-se de frente com um outro veiculo em uma ultrapassagem.

A família Kavaleiros de Aço e o motociclismo estão de luto com esta grande perda, que Deus em sua bondade divina possa receber nosso irmão.

O velório será na sede dos Kavaleiros de Aço em Currais Novos-RN e o sepultamento Na tarde desta terça feira, na mesma cidade.

Adeus Julio.

Maia (revista motoclubes).

motocilista ciúmento depois de uma noite de bebedeira....

A "Monstra" 2

terça-feira, 6 de julho de 2010

Diário de bordo: Fortaleza / 8º Mossoró Show – RN


Mas um encontro me esperava, o 8º Mossoró Show, que foi realizado entre os dias 17 e 19 de julho de 2009. Resolvi acompanhar uma turma amiga minha, o pessoal da Irmandade Estradeira, uma Confraria Nacional de Motociclistas, e o MC Garanhões do Asfalto de Caucaia- CE. Também estavam conosco amigos em comum que gostam de moto, mas não participam de nenhum MC, o que vale mesmo é a amizade e o espírito motociclista.

Encontramo-nos, como de costume, quando na chegada da CE-040, Estrada do Sol Nascente, no Posto Star Mart localizado na avenida W. Soares, por volta das 06h30 da manhã. Depois que todos chegaram, tiramos a foto da galera para registrar o momento e pegamos a estrada. Já sabíamos que a CE-040 até a cidade de Aracati-CE estava em boas condições e não nos preocupamos nesse trecho. Assim seguimos viagem, passando por Eusébio, Cascavel, Beberibe – onde paramos para tomar café, caldo, galinha cozida e muito mais na Churrascaria São José I.

Logo depois em Beberibe nos juntamos com outra turma, agora era a Confraria Motos Net de Fortaleza-CE. Seguimos tranqüilo pela estrada do Sol Nascente até Aracati, onde paramos no Posto Texaco Dragão do Mar. Lá encontramos um bom desconto no preço da gasolina para motociclistas e aproveitamos para abastecer. Junto ao posto há um ótimo restaurante chamado Itaracá, que oferece uma ótima culinária para os seus visitantes. Pena que era de manhã e ainda não estava funcionando!

Éramos em torno de 30 motos e um triciclo. Abastecemos, tiramos fotos e o Gerardo (Motos Net) e o Maia (MC Esquadrão de Elite 299) fizeram uma pequena reunião para falar da estrada de Aracati até a divisa do RN, que estava em péssimas condições de conservação. Ficou então decidido que um grupo sairia na frente e o outro iria um pouco depois, por motivo de segurança e devido ao grande número de buracos. Resolvemos entrar no município de Icapuí – CE-201(confira fotos do nosso amigo Giovane no site)- mas eu resolvi passar direto indo pela BR-304 e pegar toda a buraqueira para registro no site União Motorcycle.

Assim foi feito. Passei direto na BR-304 e os demais entraram na CE-201. Tive a companhia dos meus amigos Nilo e Celha até Mossoró. A BR-304 está horrível, totalmente acabada, buracos, falta de acostamento, placas de sinalização encobertas pela vegetação, e quando chovia a sestra ficava mais ainda traiçoeira, dificultando muito o trafego de carros e principalmente veículos grandes. À noite os caminhões e os ônibus andavam em comboio e escoltado pela Polícia Rodoviária Federal para diminuir o risco de assaltos. Assim que passamos à divisa do Ceará com o Rio Grande do Norte a estrada fica ótima, sem nenhum buraco. Fica mais uma vez o registro e o nosso protesto da Equipe União Motorcycle, de que infelizmente as estradas do nosso Ceará estão em péssimas condições de rodagem.

O 8º Mossoró Moto Show, realizado na Estação Parque das Águas, conseguiu reunir MCs de toda região do RN, assim como demais estados do Nordeste e do Brasil. Tem na organização do evento o MC Carcarás do Asfalto com apoio de outros MC de Mossoró. Havia no evento uma vasta variedade de barracas itinerantes, praças de alimentação, barracas de patrocinadores, recepção com lindas garotas na barraca da organização etc. O evento teve a apresentação de shows acrobáticos com a Equipe Força Máxima, passeio pela cidade, um vasto e bom repertório de Rock com várias bandas se apresentando, inclusive a banda Lobo do Asfalto com o nosso amigo Alex Doido .Não poderia deixar de falar do almoço 0800, Organizado também pelo MC Carcarás do Asfalto em sua sede, servido a todos os motociclistas presentes no evento. Muito churrasco, feijoada à vontade, tudo ao som de um bom rock.

A organização do 8º Mossoró moto Show, MC Carcarás do Asfalto, está de parabéns. Tudo saiu como planejado. Agradecemos pela ótima recepção e principalmente pelo o espírito Motociclista dispensado a todos nós.

Ano que vem estarei de novo com vocês!!

Aleksander soares

Repórter União Morotcycle

Ditado Haybusa: Quem gosta de motorzinho é dentista!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Vai uma melancia, ai???

Vai pra casa PADILHA!!!

Tudo certo ja!!!


O Patos Moto Fest de agosto (dias 13, 14 e 15) está tomando forma e promete ser um mega-evento. Só para se ter uma idéia a programação do sãbado esta se desenhando da seguinte forma: 7 as 9h café da manhã na associação comercial de Patos, patrocinado pela Pizzaria casa d'itália, do nosso amigo Luciano Granatta; 11h, passeio ao som de trio elétrico pelas principais ruas da cidade; 12h, 0800 no SESI, com direito a feijoada, churrasco, bandas, e banho de piscina; 16h forró pe de serra no coreto II; e apartir das 20h, shows musicais no terreiro do forró, com Caveira e Max e Banda.

Suzuki Boulevard M800


Quando as primeiras imagens da Suzuki Boulevard M800 apareceram na internet, os amantes da categoria dividiram-se entre os que torceram o nariz – onde já se viu custom com suspensão dianteira upside-down? – e os que aprovaram as linhas modernas da substituta da Suzuki Marauder: o visual bandido, com muitas áreas pintadas de preto e poucos cromados, associado ao painel dividido entre tanque e guidão, escapes com a ponta chanfrada e a sinaleira traseira com leds são detalhes que destacam essa estradeira entre as suas concorrentes. Os integrantes do primeiro grupo, entretanto, são obrigados a concordar que a M800 chama a atenção por onde passa e não são poucos os que pedem para tirar uma foto ou para saber quanto custa, a quanto corre e quantas cilindradas tem.

Refrigerado a água, o motor alimentado por injeção eletrônica e de exatas 805 cc dessa buleva gera 53 cv a 6.000 rpm e 7,03 kgf/m a 4.000 rpm; ela tem comprimento total de 2.370 mm, peso seco de 247 kg, câmbio de 5 velocidades, pneus 130/90-16 na dianteira e 170/80-15 na traseira, transmissão secundária por cardã e assento a 700 mm do solo.

Em viagem recente, tive como companhia na estrada a M800 2008 rodando sempre em torno dos 110 km/h ela fez média de 17,5 km/l, o que permitiu que fossem percorridos aproximadamente 270 km sem paradas para abastecimento, uma vez que o tanque tem capacidade de 15,5 litros.

Foto é poesia!

Ô coisinha tão bonitinha do pai!!!

1 - Ditado Speed: Nunca pilote mais rápido do que o seu anjo da guarda possa voar.
2 - Ditado Custom: Quando morrer quero ser cromado.
3 - Tenha uma vida equilibrada: ande em duas rodas.
4 - Você pode não gostar de moto, mas sua filha gosta!!!!!
5 - Primeiro Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, depois, vendo que estava só, criou a moto para levá-lo onde quisesse; em seguida criou belas estradas de pista dupla e loiras, morenas e ruivas para levarmos na garupa por fim criou a cerveja. Aí veio o diabo e criou o radar, os buracos e a sogra!
6 - Vento no rosto, bunda no encosto, tá do meu gosto!
7 - O Ministério da Saúde adverte: Andar de moto causa dependência. E eu com isso?
8 - Motocicleta, é sempre o melhor veículo: em algumas cabe a patroa mas a sogra jamais.
9 - Jesus andava de jumento, porque no seu tempo não existia moto. E por certo o barbudo também iria gostar de rock n’ roll!
10 - Motocicleta é um veículo tão seguro, que não é preciso nem de cinto de segurança!
11 - Lugar de homem é atrás do tanque... De uma moto!
12 - Se você for motociclista, que Deus lhe abençoe; se não for, Deus lhe perdoe.
13 - Mulher e moto dão trabalho e custam caro, mas a gente nunca dispensa uma.
14 - Se não estou entre duas rodas, estou entre duas pernas!
15 - Meninas boas vão para o céu. Meninas motociclistas vão à todos os lugares!!!
16 - Viajando de carro você vê a paisagem; de moto faz parte dela.
17 - Não importa a cilindrada, o que interessa é o espírito.
18 - A liberdade existe: fica entre a roda dianteira e a roda traseira.
19 - Se minha moto fizesse sexo, eu seria o homem mais feliz do mundo.
20 - WARNING ADVISORY: Ande sempre equipado. Lá no céu tem moto e você pode estar escalado para o encontro celestial de amanhã.
21 - Separei da minha mulher no consensual. Da minha moto, só se for no litigioso.
22 - Moto na estrada, cerveja gelada, mulher pelada. Não precisa ser necessariamente nessa ordem...
23 - A primeira trepada numa moto a gente jamais esquece.
24 - Respeite a sinalização, menos a placa de 120 km/h.
25 - A 100 km/h tenho muitos amigos, a 180 alguns amigos, a partir dos 250 poucos amigos. Por que será?????
26 - Muitos falam sobre liberdade. Somente os motociclistas a conhecem de verdade!
27 - Como vovô já dizia: ‘Viajar de moto é preciso; agüentar sua avó o dia inteiro não’.
28 - O seguro morreu de velho. Quero morrer velho e seguro em cima da moto!
29 - De moto: deite, mas não role!!!
30 - Ditado Haybusa: Quem gosta de motorzinho é dentista!
31 - Você não pára de andar de moto porque fica velho. Você fica velho porque parou de andar de moto.
32 - Barriga não!!! Porta capacete.
33 - Nem tudo que brilha é ouro. Pode ser cromado!
34 - Ela disse: ‘a moto ou eu’. Sinto saudades dela, mas pago a pensão em dia.
35 - Motos não vazam óleo, apenas marcam território.
36 - Vantagem : um hambúrguer frio, pode ser requentado facilmente sobre o escape e rodando umas 40 milhas (se desejar bem-passado, recomenda-se utilizar entre 10 a 12.000 rpm).
37 - Jamais argumente com um caminhão de 18 rodas. Especialmente ao lado dele.
38 - O melhor despertador, é o sol batendo nos cromados.
39 - Se você não anda com chuva ou neblina, então não anda!!!!!
40 - Mototerapia: uma boa viagem limpa sua mente, restaura a fé, e te mostra a beleza da vida!
41 - Somente um motociclista sabe porque um cão põe a cara para fora da janela quando anda de carro!
42 - Quando for cair, tente ficar debaixo da moto prá não estragá-la!

domingo, 4 de julho de 2010

Lombada não é rampa de salto


Muito presente no nosso cotidiano, as Lombadas (ou quebra-molas) não estão ai para atrapalhar a vida dos motociclistas, elas tem uma função simples: reduzir a velocidade naquele local onde ela esta instalada.

Acontece que muitas vezes, por diversão ou pressa, os motoqueiros simplesmente ignoram a existência da Lombada, transformando-as em verdadeiras rampas de salto. Tudo bem que a moto tem características que permitem transpor essa sinalização de trânsito sem reduzir a velocidade, mas fazer isto pode ocasionar diversos problemas.

Além de causar desgaste desnecessário para a máquina, voar pela lombada pode significar desde pequenas lesões a até um grave acidente para o motoqueiro. Mas os problemas não param por ai. Além de colocar a sua vida em risco, passando rápido pelas lombadas você também colocar em risco a vida de terceiros que contam com o quebra-molas para poder atravessar a rua em segurança.

Portanto, motoqueiro, atenção e cuidado! Respeite as leis de trânsito, será melhor para sua saúde e para a dos outros! Direção segura sempre!

Fonte: Motovrum

sábado, 3 de julho de 2010

Boobs on bikes


Acontece todos os anos, o “Boobs on Bikes”, evento em que atrizes pornôs andam de moto exibindo os seios. O passeio é parte da feira Erotica Expo e será realizado na principal rua de Auckland.

A prefeitura dessa cidade tentou impedir a parada, dizendo que ela vai contra uma lei que proíbe eventos públicos “ultrajantes”. Para a juíza Nicola Mathers, no entanto, o fato de esse mesmo evento ter reunido 80 mil no ano passado significa que muitos não concordam com a crítica. A juíza disse não ter se convencido de que possa ser ultrajante um passeio cheio de mulheres exibindo os seios. Ela afirmou que sua decisão foi baseada na lei, e não na moral.

O evento é organizado pelo “barão da pornografia” Steve Crow, que ameaçou realizar o passeio de motos com ou sem a autorização da prefeitura.

Dá-lhe, Dafra!


A Dafra Kansas 150 é uma moto com boa ergonomia e conforto que deve cair na graça do motociclista brasileiro que busca uma moto custom de baixa cilindrada. O modelo oferece bom nível de acabamento, rodas de liga-leve, partida elétrica, suspensão da grife Showa, freio a disco na dianteira e um motor de 150 cm³. Tudo isso por R$ 5.590,00.

O desenho clássico e os cuidados com o acabamento fazem da Kansas 150 uma moto atraente, que aguça os olhares curiosos dos outros motociclistas e também dos pedestres — ainda mais nesta cor laranja. Assim como outras motos do segmento, a Kansas também abusa dos cromados.

Sobre o tanque de combustível de 12 litros, a moto traz indicador de marchas, útil, porém de difícil visualização nos dias de sol. Outros diferenciais estão nas rodas de liga-leve de cinco palitos, nos bancos individuais e no bagageiro para transportar pequenos objetos, que também serve de apoio para a garupa.

Destaque para o desenho harmonioso da rabeta e a ousadia da marca em adotar a cor laranja, que faz a Kansas se diferenciar da multidão de motos.

A minicustom da Dafra ainda traz outros itens presentes só em motos de grande porte como, por exemplo, lampejador de farol alto e pisca-alerta, ambos no punho esquerdo. Vale destacar também o painel de instrumentos, que está bem posicionado na acima da mesa de direção e oferece boa leitura das informações — velocímetros, hodômetros (parcial e total), além das luzes-espia.

O motor, com tecnologia chinesa da Zongshen, é monocilíndrico de 149,5 cm³ e gera potência máxima de 13,1 cv a 8.400 rpm e torque máximo de 1,13 kgf.m a 7.100 rpm. Só para comparar, sua principal concorrente, a Suzuki Intruder 125 ED (5.375,00), tem potência de 12,5 cv a 8.500 rpm e torque de 1,19 kgf.m a 8.000 rpm. Em resumo, o motor desta Dafra é “esperto”, oferece respostas rápidas e força suficiente para largar na frente dos carros, já que apresenta sua força em médias e altas rotações.

A moto está equipada com câmbio de cinco marchas e o conforto da partida elétrica. Em função de seu bom desempenho, o propulsor é ideal para o dia-a-dia e também para viagens curtas de final de semana. A economia de combustível também é um aliado, ou melhor, um argumento de vendas da Kansas. O consumo gira em torno de 30 Km/l no perímetro urbano, segundo dados oficiais da empresa.

É uma custom divertida, leve e fácil de pilotar. Merece elogios pelo seu conjunto dianteiro formado por freio a disco ventilado e suspensão telescópica da grife Showa. Na traseira, freio a tambor e duplo amortecedor.

O tradicional sistema de amortecimento se comporta bem, mesmo com garupa, nas ruas esburacadas da cidade de São Paulo. Para ajudar no trabalho de absorção dos impactos, a moto está equipada com pneus Pirelli City Demon.

Ficha Técnica
Motor: OHC, 4 tempos, monocilíndrico, refrigeração a ar
Cilindrada: 149,5 cm³
Potência Máxima: 13,1 cv a 8.400 rpm
Torque Máximo: 1,13 kgf.m a 7.100 rpm
Diâmetro X Curso: 62 x 49,5 mm
Sistema de Alimentação: Carburador PZ26
Taxa de Compressão: 9.0:1
Sistema de Partida: Elétrica e pedal
Câmbio: Cinco velocidades
Transmissão Final: Corrente
Chassi: Tipo Diamante
Suspensão Dianteira: Garfo telescópico, com 130 mm de curso
Suspensão Traseira: Bichoque, com 110 mm de curso
Freio Dianteiro: Disco simples, com acionamento hidráulico
Freio Traseiro: Tambor
Pneu Dianteiro: 2,75 – 18- Pirelli – City Demon
Pneu Traseiro: 3,50 – 16 – Pirelli – City Demon
Comprimento Total: 2070 mm
Largura Total: 1140 mm
Distância Entre-Eixos: 840 mm
Altura Mínima do Solo: 170 mm
Altura do Assento: 860 mm
Peso Seco: 114 kg
Capacidade Máxima de Carga: 150 kg
Tanque de Combustível: 12 litros
Cores: Preto, prata e laranja
Preço: R$ 5.590,00

V-Max

Alô Cavaquinho!!!!!!




Moto artesanal - único dono
Yamaha V-MAX
R$ 50000
Ano: 1972
Km: 5000
Álcool
1200

Contato:
CLEBER NICHELE
(48) 34651196
(48) 34651196

Sonhar e preciso!! Cris em Patos?

Alemanha vence Argentina de goleada


CIDADE DO CABO (AFP) - A Alemanha venceu - e de goleada - a seleção argentina e se classificou para a semifinal da Copa do Mundo 2010. O placar de 4-0 foi garantido com gols de Mueller, Klose (2) e Friedrich. A partida foi realizada no estádio Green Point, na Cidade do Cabo.

A Alemanha não quis dar chances ao adversário e começou partindo para o ataque e jogando muito bem. Tanto que logo aos 3 minutos, abriu o placar. Numa cobrança de falta de Schweinsteiger, Müller desviou de cabeça e mandou para o fundo das redes.

Com o gol, a A Argentina ficou visivelmente nervosa e assustada. Pelo jeito, os jogadores pensaram que a Alemanha iria jogar diferente, e não ofensiva da forma que jogou. Pela primeira vez neste Mundial, a equipe ficou atrás no placar em uma partida.

E mesmo vencendo por 1x0 a iniciativa ofensiva alemã continuava forte e europeus dominaram o confronto na etapa inicial. O trabalho coletivo alemão foi superior.

Tanto que aos 23 minutos, a Alemanha perdeu uma chance clara de ampliar o marcar. Müller saiu sozinho na direita e tocou para Klose, que finalizou para fora e perdendo um gol feito.

Com o desenrolar da partida, a Argentina teve mais posse de bola. Chegava ao ataque, mas parava sempre na marcação em volta da grande área. A primeira boa jogada do ataque argentino só foi aos 22 minutos. Tevez recebeu a bola pela dureita, tocou para Messi na meia que devolveu para o atacante. O goleiro Neuer, no entanto, se antecipou e evitou o gol argentino.

A Alemanha dominou boa parte do primeiro tempo. No entanto, depois a Argentina se acalmou, passou a tocar mais a bola e a pressionar, mas não conseguiu furar a forte zaga europeia. A equipe conseguiu fazer boas jogadas de linha de fundo e algumas penetrações na área. A Alemanha passou a viver do contragolpe.

Precisando virar a partida, a Argentina começou o segundo tempo atacando e por um tempo foi melhor que a equipe alemã. No entanto, a Alemanha voltou a jogar seu futebol superior taticamente e passou novamente a apresentar as com melhores chances.

Aos 22 minutos, caído, Müller achou Podolski livre na esquerda. O atacante cruzou para Klose que, sozinho, só empurrou para o fundo do gol.

O terceiro gol alemão aconteceu aos 28 minutos. Schweinsteiger fez belíssima jogada individual e tocou para Friedrich que apenas completou para o gol.

E fechando o ?chocolate?, mais um de Klose. Ozil recebeu na esquerda e cruzou na medida para o atacante, que emendou e fez um golaço.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

HONDA LANÇA ALARME PARA CB300R E BIZ 125


A Honda desenvolveu um exclusivo sistema de alarme para as motocicletas CB 300R e Biz 125. A novidade complementa a linha de Alarmes Genuínos disponibilizados pela marca, que já oferecia produtos específicos para os modelos CG 150 Titan, CG 150 Titan Mix e CG 125 Fan.

Projetado especificamente para o mercado brasileiro, o equipamento foi testado e aprovado no laboratório da fábrica de Manaus (AM). Além de estar totalmente adequado à legislação do País, o dispositivo apresenta baixo consumo de bateria e é o único que não compromete a garantia de fábrica da motocicleta.

O kit completo conta com chicote exclusivo de alta qualidade, conectores genuínos e suportes de fixação estrategicamente posicionados para a instalação do módulo e da sirene em cada modelo. Além disso, traz dois controles com sensor de presença e botões de tamanhos diferenciados, que facilitam sua identificação. O botão de ativação é rebaixado para evitar o acionamento involuntário.

Com dois anos de garantia, o equipamento possui sensor de inclinação, componentes resistentes a água e tecnologia anti-clonagem (Rolling Code System). Comercializado nas concessionárias distribuídas por todo o País, o Alarme Genuíno das motocicletas CB 300R e Biz 125 têm preço público sugerido de R$ 294,00 e R$ 283,50 respectivamente, com base no Estado de São Paulo, e não inclui despesas de instalação.

Para mais informações: www.hondaaccess.com.br.

Vblade 250


Próximo passo para quem quer progredir no mundo moto, a categoria 250 é a que mais deve crescer nos próximos anos. E para atender a esse público que, além de usar a moto como meio de transporte, também quer fazer viagens curtas no final de semana, a Sundown trouxe a Vblade 250 para o mercado nacional.

A moto da Sundown tem muitas qualidades, porém algumas partes poderiam ter recebido uma maior atenção do fabricante. O motor é um bicilíndrico em “V” de 249 cm³, com apenas 19,5 cv a 8 mil rpm de potência – a sua principal concorrente, a [bp]Kasinski Mirage[/bp]#kasinski mirage tem 27,9 cv a 10 mil rpm declarada. O conjunto suspensão e freios estão “amarrados” a um quadro de duplo berço. Na dianteira, garfo telescópico e disco simples tipo “margarida”. Já na traseira, suspensão monoamortecida e freio a tambor.

Na parte estética, a custom da Sundown chama a atenção pelo porte e, principalmente, pela grande quantidade de peças cromadas. Os destaques ficam por conta do painel digital com hodômetro sobre o tanque de combustível, rodas de liga-leve e anteparo frontal sobre o farol. Como itens de conforto, a Vblade traz pedaleira plataformas retráteis para o piloto e um prático sissy-bar (encosto) para o garupa. Como o produto é voltado para viagens curtas, o tanque, em forma de gota, tem capacidade de 14 litros e uma boa autonomia – cerca de 380 quilômetros.
Se a dianteira recebeu muita atenção da engenharia, a traseira parece ser de outro modelo. Em vez de formas arredondadas, a Sundown optou pelos ângulos retos, ou seja, as tampas laterais, pára-lama e lanterna são “quadrados”. Agora, é conferir, na prática, o desempenho da Sundown Vblade 250.

O motor poderia ter um pouco mais de cavalaria e torque, principalmente para manobras em baixa velocidade e retomadas. Porém, em rotações mais altas e em velocidade constante, o propulsor tem bom rendimento e oferece boa economia – média de 27 Km/l. Além disso, a “motinho” é boa de curvas. O sistema de freios – disco simples e tambor – cumpre bem o seu papel. A suspensão dianteira “copia” bem as irregularidades do terreno. Já a traseira poderia ser mais firme.
Quando o motociclista sobe na Vblade tem a nítida impressão que está numa moto de maior cilindrada. Em função do guidão largo, é preciso muita atenção para transitar nos corredores formados pelos automóveis. Na estrada, a moto roda com mais desenvoltura. Ali é seu habitat. Para quem está acostumado com uma moto street vai estranhar a posição de pilotagem – sentado, em vez de montado na moto. O painel de instrumentos sobre o tanque tem um belo visual e boa iluminação noturna (azul), mas para conferir as informações, o motociclista precisa baixar a cabeça – e não somente os olhos – para verificar, por exemplo, o nível de combustível e a velocidade.

FICHA TÉCNICA
MOTOR
Tipo – OHC, bicilíndrico em “V”, Quatro tempos
Cilindrada – 249 cm³
Potência – 19,5 cv a 8 mil rpm
Torque – 1,58 Kgfm a 6 mil rpm
Transmissão – Cinco marchas
Partida Elétrica

SUSPENSÃO
Dianteira – Telescópica, 114 mm de curso
Traseira – Monochoque, 100 mm de curso

FREIOS
Dianteiro – Disco simples, 240 mm e pinça de duplo pistão
Traseiro – Tambor, 160 mm

Todos os sentidos - aprenda a usa-los durante a pilotagem


Quatro amigos famintos sentados à mesa esperando o garçom trazer a refeição. Quando chega a comida a mesa mal foi montada e já estão enchendo os pratos. Um deles percebe um cheiro estranho, olha bem para os pratos, pega a cumbuca de feijão cheira e alerta: este feijão está estragado! Da mesma forma que através do sentido do olfato nosso amigo faminto percebeu que havia perigo no ar sem antes ver ou mesmo comer, os motociclistas também podem aproveitar melhor seus sentidos para se prevenir de acidentes e garantir uma viagem segura.

Uma experiência vivida por mim já alguns meses serve como exemplo. Antes de chegar na curva de um viaduto que dá acesso à via expressa da Marginal Pinheiros, em São Paulo, senti cheiro de óleo diesel e imediatamente reduzi. Lá estava a curva com o asfalto lavado de óleo, que provavelmente um caminhão com tanque muito cheio derramou. Se não tivesse dado atenção a meu sentido, teria sofrido uma queda.

Em viagens o olfato também pode ser uma ótima ferramenta para evitar imprevistos. Nas estradas de serra, onde geralmente as curvas são fechadas e não é possível ver o que há adiante, o cheiro de queimado pode ser do freio de algum caminhão descendo lentamente. Se o cheiro for de fumaça típica de caminhão, pode ser também de um caminhão subindo devagar. Em ambas as hipóteses, diminuir a velocidade e aumentar a atenção são medidas que podem evitar um susto.

Sensibilidade
Nas competições de motovelocidade os pilotos estão constantemente acelerando e freando. Para não perder o controle da motocicleta numa frenagem acentuada ou numa forte saída de curva o piloto explora a sensibilidade do tato. Contudo, não é só nas pistas que esta sensibilidade pode ser aproveitada. Em dias de chuva, por exemplo, acionar os freios com delicadeza contribui para uma frenagem segura. Uma boa dica para aumentar a sensibilidade no freio dianteiro é utilizar somente dois dedos (o indicador e o médio) nas motos com freio a disco de bom desempenho.

A sensibilidade no acelerador e na embreagem é fundamental para pilotar motos potentes como roadsters e esportivas. Nesta categoria, onde a maioria dos modelos possui mais de 100 cv de potência, uma acelerada brusca ou o uso errado da embreagem numa curva pode se traduzir numa queda.

Para não perder o tato as luvas e botas têm um papel importantíssimo. Se estiverem muito apertadas ou folgadas podem prejudicar crucialmente a pilotagem. Aliás, manter a ponta dos pés nas pedaleiras não serve somente para evitar acidentes ao raspar no asfalto em curvas: essa postura, além de aumentar a segurança, melhora a percepção do piloto sobre as reações da moto e possibilita maior precisão para contornar curvas.

Ponto de vista
O mais importante dos sentidos, a visão, também pode ser trabalhada a favor de uma pilotagem segura. É comum um motociclista que passeia tranqüilamente enxergar um buraco numa curva suave e olhar com atenção para este obstáculo a fim de não passar por cima e "cabram", acaba acertando o buraco em cheio e ainda quase leva um tombo! Isso acontece porque a maioria dos motociclistas não olham para o ponto certo. Fixar a visão para o caminho por onde se quer passar e não no buraco é uma medida que ajuda a evitar este tipo de incidente. Saber olhar para o lugar certo e até conhecer o funcionamento dos olhos é essencial para uma pilotagem segura.


A atenção ao cheiro ou a visão antecipada de perigos como manchas de óleo ajudam a prever e evitar situações de risco


Segundo o oftalmologista e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Paulo Mello, o olho humano oferece dois tipos de visão: a visão focal, projetada pela pupila, e a visão periférica, captada pela íris. Na visão focal as imagens de um determinado ponto são detalhadas, permitindo ler uma placa, por exemplo. Uma das características da visão focal é a tendência de perseguir objetos em movimento (por isso não se deve fixar a visão no obstáculo e sim no caminho alternativo, do contrário se torna mais difícil se esquivar).

Já a visão periférica não oferece nitidez, no entanto, é extremamente sensível ao movimento e variações de brilho. Outra diferença entre as duas visões é a velocidade: apesar de ambas serem interpretadas pelo cérebro, a visão periférica é mais ágil e imediata que a focal. Esta visão periférica pode ser bastante explorada no dia-a-dia pois nos ajuda a perceber se estamos sendo ultrapassados sem a necessidade de desviar os olhos da estrada.

Um movimento lateral pode ser um sinal de perigo, como um veículo cruzando o sinal vermelho, e esta previsão nos ajuda a evitar um possível imprevisto. Andar sempre com a viseira fechada é essencial para evitar problemas com a visão em uma viagem por conta da poluição e até objetos lançados por outros veículos.

Abra os ouvidos
Outro grande aliado para evitar o inesperado é a audição. Muitas vezes nas estradas o som de uma buzina ou mesmo o ronco de um motor é um alerta sonoro indicando que alguém se aproxima. Se no momento a intenção era mudar de faixa e não há ninguém à vista no retrovisor é melhor esperar e verificar antes de executar a manobra.

Tanto no dia-a-dia como em viagens não é só o som de terceiros que deve ser tratado com atenção. Muitas vezes um ruído estranho é sinal de que alguma coisa está errada, pode ser do motor, da transmissão, da suspensão ou em qualquer outro lugar. Mesmo que o ruído desapareça de repente, um check-up preventivo pode revelar qual era a origem do ruído e evitar problemas maiores.

Perigo na feijoada
Os vegetarianos que me desculpem, mas uma feijoada bem feita ou uma costela assada e macia é boa demais. Todavia, principalmente em longas viagens, quando sabemos que vamos passar muito tempo pilotando, não devemos agradar nosso paladar dessa forma, com refeições pesadas. Para viagens mais longas o ideal é se alimentar com refeições leves, de preferência evitar carne vermelha, não comer além da conta e fazer uma breve pausa para descanso. Pilotar sentindo aquela “preguiçinha” comum após as refeições é o mesmo que apontar uma arma contra a própria cabeça, pois nessas condições a atenção que poderíamos desprender para o trânsito diminui e a desatenção é um dos principais motivadores de acidentes nas estradas.


Paladar: Refeições pesadas em viagens longas pode diminuir a atenção do motociclista


Além dos sentidos
O sexto sentido, conhecido também como intuição, premonição ou o simples ato de perceber o mundo além dos cinco sentidos também pode ser usado a nosso favor. Não é preciso ser uma Mãe Diná, analisar as inúmeras situações cotidianas, muitas vezes é suficiente para que possamos assumir a postura correta no trânsito e evitar um perigo eminente.

Imagine a seguinte situação: uma fila de carros parados na faixa da esquerda, a faixa da direita livre no começo e mais a frente fila nas duas faixas com espaço somente entre os carros. Como já disse acima não é preciso ser um cartomante para prever que possivelmente um carro trocará de faixa para aproveitar o espaço vago. Quem presta atenção nessas situações imediatamente diminui a velocidade e faz uma aproximação segura, atento a qualquer manobra que, neste caso, não é mais inesperada.

Além das inúmeras e repetitivas situações no trânsito das grandes cidades, que podem ser percebidas com um olhar atento, na estrada também é possível utilizar o sexto sentido à favor da segurança. Quando, por exemplo, um caminhão sai da faixa da direita para realizar uma ultrapassagem o correto é o motociclista aumentar a distância do caminhão prevendo algo inesperado até que o caminhão retorne à faixa da direita e melhorando sua visão e permitindo uma ultrapassagem segura.

Prestar atenção aos detalhes durante a pilotagem é a única forma de evitar ocasiões inesperadas. Se você está perto de casa e vê uma um bola de futebol cruzando sua frente não basta apenas desviar, basta usar o sexto sentido para prever que pode passar uma criança correndo atrás desta bola. Tentar antecipar esta hipótese e diminuir a velocidade pode evitar um sério acidente.

Todas essas dicas de segurança e pilotagem só são válidas quando o motociclista assume uma posição responsável no trânsito, sempre atento, obedecendo as leis e utilizando equipamentos de segurança adequados - capacete, jaqueta, calça luvas e botas. Desfrutar uma pilotagem segura e prevenida é muito mais prazeroso

PERGUNTAS E RESPOSTAS

Gostaria de saber sobre a lâmpada de farol da Twister que é um pouco fraco. Posso trocar por uma mais potente como o da CB 300? Paulo Roberto – Taubaté (SP)

Resposta - Paulo, não é recomendável a instalação de lâmpadas mais potentes do que a original, especificada pela fabricante. O aumento da corrente elétrica pode superaquecer os filamentos além de sobrecarregar todo o sistema elétrico da moto, comprometendo componentes como a bateria ou até o alternador.

Crônica de um destempero emocional

Fernando Moreira, de O Globo:

O Brasil tinha um adversário de peso pela frente, com tradição e futebol de respeito.

Mas a derrota da seleção por 2 a 1 para a Holanda não foi apenas uma questão esportiva, foi o fechamento de uma série de destemperos de uma equipe que mesmo nas vitórias se mostrou à beira de um ataque de nervos. E ele veio nesta sexta-feira. Uma pane sem defesa.

O nervosismo se revelou tamanho que foi capaz de fazer ruir o que havia de mais sólido e equilibrado no Brasil: o sistema defensivo.

A imagem da tragédia que se aproximava em Port Elizabeth ficou estampada no rosto de Júlio César, que tentava armar uma barreira em uma falta na entrada da área, quando o Brasil já perdia por 2 a 1, no segundo tempo.

Pálido, o arqueiro mal tinha forças para pedir a composição de quatro homens. Em determinado momento, ele fechou os olhos por longo segundo.

Ao abrir, tudo estava lá, da mesma forma: um Brasil catatônico, refletindo o terror facial do melhor goleiro do mundo. Uma tela sombria de Van Gogh, com pálidos girassóis desalinhados pelo vento morno soprado por vuvuzelas em Port Elizabeth. Título: "Retumbante fim da Era Felipe Melo?".

Ao fim do jogo, Dunga afirmou, orgulhosamente, que, se os jornalistas pudessem ver o vestiário do Brasil, encontrariam uma equipe devastada, arrasada, sofrendo com o peso da eliminação.

Não precisávamos esperar o último apito do árbitro para encontrar o Brasil devastado. Uma imagem que começou a se desenhar no repetitivo mau humor do técnico, no comportamento geralmente dócil de Kaká corrompido por um acesso de fúria que culminou com expulsão.

Uma hora o limite seria ultrapassado e a seleção perderia o chão.

Leia mais em Crônica de um destempero emocional: seleção brasileira perde os nervos e a Copa

Adeus!!!!! Brasil fora da copa!!!

Brasília!!!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

PERGUNTAS E RESPOSTAS

Quando é necessário fazer uma freada brusca o que é correto? Segurar a embreagem e frear? Frear sem reduzir e apertar a embreagem depois? Alex Marinho – Leme (SP)

Resposta - Alex, o motociclista deve ser sempre prudente e atento para não necessitar de uma frenagem de emergência. No entanto, quando é preciso parar a moto no menor espaço possível, o ideal é aplicar os dois freios quase simultaneamente, mas começando pelo traseiro e aplicando mais pressão no freio dianteiro, pois ele é o mais poderoso para parar a moto. A embreagem pode ser acionada só quando o motor perder o giro, sem necessidade de reduzir as marchas.