quarta-feira, 12 de março de 2014

Misael do MC Os'40, em São João do Sabugi/Ipueira-RN, ano passado, clique Calebe - Familia Estradeira!!




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Convite


Crônica



O Adeus a Falcão – Insígnia do tempo

20h e10min. Estava só no terraço de casa, vendo os relâmpagos que riscavam o céu naquela terça feira de março. O dia fora como qualquer outro... - Sem graça. Quase dois meses se passaram da morte de Falcão, do MC Lendas do Falcão, de Paulista-PE. Não fui para o evento de Afogados da Ingazeira, local onde aconteceu o nefasto episódio que o vitimou. Soube de seu falecimento pelo “correio da má noticia”. E hoje em dia, com o advento da internet, ele está muito mais veloz que outrora, tanto para propalar o óbito como o júbilo. Quiséramos, nós, termos tempo de nos despedir de nossos pares, quando chegada a hora da passagem... – Só, então, no inicio da noite já citada, fui tocado para escrever à respeito. Não é minha pretensão ser um papa-defunto, alguém que presta conta dos mortos; mas, sim, prestar uma homenagem, um testemunho, feito insígnia do tempo, para que os feitos dos homens de bem fiquem registrados nos anais da historia como aviso e prece. Sabemos que a morte redime os pecados. E por não ter predileção do jugo, arrisco: Falcão foi um amigo-motociclista - E ponto. Tivemos poucos momentos para conversar sobre o supérfluo, na condição de apenas espectadores desse mundo, é bem verdade. Porem, suficientes para notar que ele fora um bon vivant – Alguém que achava graça da vida... – E talvez por isso tenha morrido tão cedo. A vida é também madrasta, precisamos ter consciência disso antes de desafiá-la. Por que é contra a vida que lutamos e não contra a morte – adversária que não conhece derrota. Ver Margarida sem Falcão foi um choque – Como imaginar separados? E mais uma vez me resguardo a tentação do jugo – Ela tem a obrigação de continuar os dias... E temos que nos acostumar à ideia de um sem o outro.  – Foi infarto, disseram. Foi não, digo. Foi a coragem de querer experimentar de tudo, principalmente do que é excesso: a liberdade, por exemplo. E quem a prova se reveste de exultação e poder. A vida regrada sugere longevidade, porém nos arrasta ao vale do Silício... – Tristeza após tristeza. A liberdade, não. Esta ignora o que é sofrimento e nos dá uma prescrição mais prazerosa, mesmo breve – Acredite, intensa - Da vida. E assim reafirmo o poeta Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa: - “É inútil tudo.” Pois bem, no evento seguinte ao de afogados, que tive oportunidade de participar, aconteceu-me algo estranho. Passei a reparar que cada um de nos ali, carregava consigo um pouco de Falcão. Talvez na fisionomia, nos trejeitos, no tom da voz, no som da gargalhada, na indumentária - mesmo tão peculiar...  Era como se não precisássemos sentir tanto a sua ausência, pois ele estaria ali, representado, e em qualquer outra manifestação motociclística que houvesse, mesmo sem rito de lembrança, feito homenagens póstumas. E isso me deu paz. Por quanto estiver hasteada a bandeira do motociclismo, serão respeitados todos os mortos e todos os vivos que ajudaram a erguê-la e assim ate o final dos tempos. Viva, Falcão! Viva, o motociclismo!

Misael Nobrega de Sousa
Sec.Geral - FMC-PB
Vice-presidente do MC Os’40 de Patos-PB
misaeltvpb@yahoo.com.br

domingo, 9 de março de 2014

Ótimo evento


vai???


Dicas para a pilotagem de motos da categoria "Custom"

Atendendo a solicitação de alguns leitores, nessa edição abordarei alguns aspectos importantes na condução de motos da categoria "custom" ou estradeiras, como também são conhecidas por aqui. 
 Características 
As motos dessa categoria possuem características específicas permitindo que sejam imediatamente reconhecidas – a grande maioria possui centro de gravidade muito baixo, ou seja, está muito próxima ao solo. A distância entre eixos das rodas dianteira e traseira normalmente é elevada, ou pelo menos maior do que a média vista em outras categorias. Normalmente são motos com peso elevado e oferecem postura de pilotagem com os pés projetados à frente, apoiados em pedaleiras ou estribos bem à frente do eixo da coluna. Outro elemento bastante comum na categoria é o formato do guidão, normalmente alto e largo. As cilindradas são diversas, podendo o estilo ser encontrado em motos de 125 cc até 1.600 cc. 

Problemas 
Os problemas para a pilotagem mais recorrente estão relacionados ao seu volume e dirigibilidade. Veja a seguir como lidar com sua custom nessas situações mais "delicadas". 

Peso 
A maioria das motos dessa categoria se concentra na faixa de 1000 cc de cilindrada e o peso girando em torno de 300 Kg. Um objeto tão pesado oferece problemas de equilíbrio para a maioria dos motociclistas, pois em algum instante próximo a parada, seu piloto terá de fato que arcar com todo o seu peso. É vital que haja um bom planejamento em como se posicionar na moto para obter o melhor equilíbrio e, fundamentalmente, pensar não somente para o momento, mas no que acontecerá em seguida. Uma vez que a moto ganhe velocidade, o fator peso deixa de ser problemático, pois a estabilidade passa a ser gerada pelo controle técnico da moto, exigindo pouquíssima força física. Para administrar melhor seu peso terá de se posicionar na moto de forma a gerar bom equilíbrio – como essas motos tem por característica a baixa altura, não são problema para se alcançar o chão com os pés para a grande maioria de biótipos físicos. Procure sempre que possível, levar ambos os pés para o solo quando estiver próximo de parar. Terá de se acostumar a usar extradelicadamente o freio dianteiro para gerenciar o movimento em coordenação com a aceleração e embreagem, uma vez que o freio traseiro não estará a seu alcance nessa condição. Use o tronco de seu corpo para promover o equilíbrio da moto de maneira que os pés possam se arrastar suavemente por sobre o solo, evitando tocá-lo de maneira abrupta. Cada "pesada" que der irá inclinar a moto para o lado oposto ao do pé que interagiu com o solo, podendo gerar a necessidade de contraposição com o pé do outro lado e assim sucessivamente criar desequilíbrio. Da mesma forma, ao sair e ganhar velocidade, espere que haja movimento suficiente com a moto para posicionar os pés nas respectivas pedaleiras. Tome muito cuidado com as situações de desequilíbrio nessas circunstâncias de baixa velocidade, pois se der uma batida forte com os pés no solo, poderá ter sérios problemas físicos e lesar significativamente suas pernas. Como a maioria dessas motos tem escapes baixos, também oferecem risco de queimaduras nas pernas se essas não forem devidamente afastadas da proximidade com a caloria. Fique atento à essa distância para não se machucar. Se sentir que a moto se inclinou para uma posição que não conseguirá sustentar, nem tente fazê-lo – é preferível deixar a moto cair a exercer um esforço que poderá causar danos a musculatura e eventualmente lhe prender as pernas embaixo da moto. Lembre-se que para sustentar tal peso, somente uma pessoa de porte físico avantajado terá condições, e mesmo ela, correrá risco de se machucar.

Manobras de baixa velocidade 
Durante as manobras de baixa velocidade o planejamento é essencial para não se colocar em situação potencialmente difícil. 
Conheça sua moto – execute diversas curvas de 180 graus com o guidão totalmente virado para a curva. A moto descreverá o que chamamos de curva de raio mínimo, ou seja, cumprirá a curva ocupando o menor espaço possível. A finalidade é reconhecer que espaço físico é necessário para a manobra, dando-lhe ciência e referência para manobras futuras em termos de planejamento do espaço necessário. 
Fique atento à topografia – sempre note o ambiente em que opera quanto a inclinação. Ambientes que tenham desníveis no solo ou que tenham inclinação no sentido transversal ao da moto oferecem bastante risco, pois a moto tenderá a se inclinar para o lado mais baixo. A tendência deve ser combatida oferecendo maior peso corporal ao lado que possuir o aclive, ou a parte mais alta – é nessa superfície que deve planejar se apoiar. No caso de subidas e descidas, no plano paralelo ao da condução da moto, também é importante notar que descendo o piloto terá de exercer maior controle sobre os freios, enquanto que subindo terá de se preocupar com a manutenção do controle através da embreagem. 
Se tiver que manobrar nessas condições, sempre planeje deixar a traseira em direção a descida. Dessa forma poderá utilizar o motor para manobrar a moto em direção à subida. Se não utilizar esse planejamento se verá tendo que puxar a moto de 300 Kg usando os pés ou ainda pior – tendo que pedir ajuda à terceiros. 
Utilize a postura de oposição angular – nas manobras de baixa velocidade é importante usar bem o corpo para equilibrar o conjunto e a postura que melhor atende a necessidade é a de oposição angular. Em outras palavras, enquanto a moto necessita de alguma inclinação em direção a curva pretendida, o corpo do piloto deve ser posicionado em ângulo oposto ao da inclinação da moto. Na maioria das vezes basta apenas que seja mantido na vertical enquanto a moto se inclina, mas é preciso que haja flexibilidade para entender que cada situação é diferente, tendo o piloto como dever se adaptar a essas situações. 

Curvas 
Um dos aspectos mais delicados na operação de uma moto dessa categoria são as curvas. Como a maioria tem centro de gravidade baixo e pouca distância do solo, sua largura total limita bastante a inclinação que podem produzir. 
É muito importante que seu condutor tenha ciência desses limites e que saiba identificá-los. Na maioria das motos da categoria, as pedaleiras ou plataformas são as peças que tocam o solo em primeira instância quando a moto atinge o limite de inclinação. Isso quer dizer que naquela velocidade, não conseguirá produzir uma curva de raio mais fechado do que a que já está fazendo quando essas peçam roçam o solo. As únicas alternativas para a diminuição do raio seriam a desaceleração e a mudança de postura corporal – agora se inclinando o corpo em ângulo maior que o da inclinação da própria moto. Essa postura é conhecida como pêndulo, que no caso das motos "custom" não é integralmente aplicada, mas apenas com as partes mais pesadas de seu corpo – a caixa torácica e craniana. Projetar seu peito e cabeça para dentro da curva faz com que fisicamente a moto possa descrever uma trajetória de raio menor, dada a mesma inclinação. 
Note novamente que é preciso adotar a flexibilidade não só no entendimento da proposta, mas principalmente na forma como utiliza seu corpo para obter, controlar e manter o equilíbrio. 
Seu planejamento para as curvas deve levar em consideração a capacidade de inclinação de sua moto e adotar tal velocidade que lhe permita obter aproximadamente a metade dessa inclinação durante a curva. Dessa forma garante opções de inclinar mais ou menos durante o processo da curva, objetivando uma mudança de trajetória no caso de encontrar um obstáculo. 

Frenagem 
A frenagem não é tão diferente de outras categorias de moto – o freio dianteiro continua sendo o mais importante para a parada emergencial, mas o papel do freio traseiro é incrementado. 
Para as manobras de controle em baixas velocidades, o freio traseiro ajuda muito a suavizar um movimento que tenha algum excesso de velocidade. Tente sempre resolver esse excesso primeiramente com a desaceleração na mesma marcha, seguido de redução para uma marcha mais curta e se ainda necessário, a aplicação do freio traseiro. 
Por serem motos longas, pesadas e baixas, o freio traseiro passa a ter um papel mais incisivo durante a frenagem do que em motos de outras categorias. As mais leves e altas tendem a uma transferência maior de sua massa para a roda dianteira, fazendo com que esse freio tenha muito maior aplicabilidade. A vantagem de usar mais o freio traseiro está associada a uma maior segurança no equilíbrio e estabilidade da moto uma vez que qualquer excesso de pressão que cause travamento dessa roda, não comprometerá fundalmente sua dirigibilidade. Já não se pode dizer o mesmo do freio dianteiro, que mesmo sendo mais eficaz, pode provocar inclusive queda se excedidos seus parametros operacionais. 
Espero que com essas poucas dicas, os felizes proprietários das motos dessa categoria encontrem ainda mais prazer em sua condução. Aventure-se sempre totalmente equipado.

eMail enviado por Ailton Cezar - ailton_cezar@hotmail.com 

quinta-feira, 6 de março de 2014

PRESTAÇÃO DE CONTAS – Patos Moto Fest 2013

Tenho a obrigação de ajudar no PATOS MOTO FEST pois usufruo das sedes alheias quando da realização dos eventos deles Tenho dito.

Insignes “motociclistas”, àqueles interessados na urgência da prestação de contas, como se estivessem preocupados em incriminar alguém, saibam que o evento tem total confiança nas pessoas de Misael Nóbrega, Aluizio Caetano e André, que desde o resgate do PATOS MOTO FEST, em 2010, vem tirando dinheiro de seus orçamentos particulares, para manter a festa – pois a mesma não recebe nenhuma verba oficial sobrevivendo apenas dos patrocínios das empresas identificadas com o evento, conforme reafirmado a cada prestação de contas – Não nos deixa mentir os senhores: Naldo e João Evangelista da Maravilha Motos; Siduca e Hugo, da revenda yamaha, agora Vera Cruz; Melsrisson Oliveira, gerente da Shineray, Josimar da Imobiliaria Santa Cecilia, Pedro Leitão, Chefe de gabinete da prefeitura municipal de Patos, Mauricio Alves, a época superintendente da STTRans, Junior de Cleto, Posto Paizão, Leonardo Trigueiro, Cartório Carlos Trigueiro, dentre outros parceiros – assim chamados, pois não temos financiadores.

À estes últimos, sim, teríamos que, por obrigação prestar contas, pois eles têm dinheiro investido na festa, muito embora, saibamos também, que os mesmos fazem negócio e lucram com o evento. Por isso, não é interessante a publiscização das contas, visto que, algumas delas foram feitas via balcão e pode vir expor as negociações futuras prejudicando os concorrentes.

Fazemos, por ora, portanto, uma prestação de contas - à titulo de transparência, e que no termo estejam incluídos atributos como honestidade, organização e compromisso, até por que “usamos” o nome e prestigio de alguns os motoclubes locais – construtores desse evento - Para a captação de recursos. Mesmo incorrendo nesse prejuízo.

Saibam, e isso foi dito mês passado, na reunião que tivemos no Restaurante Pirão de Queijo, na presença de representantes de todos os motocubes da cidade, quando da prestação de contas da tesouraria e afirmação do evento 2014, que o único PATOS MOTO FEST que deu lucro, foi o de 2010, justamente, por ter sido o evento iniciante e por isso primamos por não onerar a festa, visto que não sabíamos o que estávamos enfrentando.

Pedimos aos senhores que ao invés de estarem dizendo inverdades, tentando macular pessoas de bem, nos ajudem a encontrar uma forma de sanar as despesas, pois do contrário o PATOS MOTO FEST poderá ter a sua continuidade comprometida.

Desde o inicio que a tesouraria (Leonardo Trigueiro ‘2010’, Aluizio Caetano ‘2011’ e André ‘2012’ e ‘2013’) vem prestando contas, numa reafirmação de compromisso e lisura. Porem, não temos registro de que, - mesmo quando apontado prejuízo, em nenhum momento, reforço, sob hipótese alguma, reitero,- nenhum motociclista, desses ávidos por querer crucificar alguém, procurou a coordenação para ajudar no pagamento das despesas, fosse monetariamente ou espiritualmente – É verdade que aqueles mais afoitos pela prestação de contas, são justamente os que nunca ajudam e, como se não bastasse, vivem na ilusão de “queimar” o evento –Mesmo com sua proposta já consolidada e por isso, caem no ridículo quando - por não encontrar ressonância para as suas asneiras, são desmascarados pela grandiosidade da festa à cada ano, como atesta a própria historia.

Obrigado senhores motociclistas - de todo o nordeste - que vem ao PATOS MOTO FEST e que assim contribuem para o engrandecimento da festa e que, ainda, reconhecem e valorizam a nossa luta.

O evento e feito para vocês.

E grato também, por nos ajudarem a identificar esses pseudo-motociclistas que travestidos com seus coletes se infiltram em nosso meio - dizendo que são irmãos, companheiros, amigos e outros adjetivos parecidos - Apenas por viajar de moto para outras cidades– quando sabemos que são uns fingidos, – visto que “cospem no prato que comem” – É fácil encontra-los nos dias do evento – recepcionando os que vem de fora como se fossem responsáveis por alguma coisa ali - O motociclismo é mais que isso.

Vou parar por aqui para não ter que dá “nome aos bois”.

Recebi:
R$ 500,00 (Quinhentos reais) de Alberto Jorge – Stund de Campina Grande;
R$ 100,00 (barraca de Caipifruta)
R$ 2.640,00 (Dois mil seiscentos e quarenta reais) - 132 kits vendidos;
Doações: 9 aos patrocinadores (máster) + 5 meninas da recepção + 1 camisa a receber (20,00) + 8 outras doações ; total:155 kits;
R$ 202,00 de André, referente à “saldo” da tesouraria na 1 parte da prestação de contas

Total: 3.442,00 de receita

Paguei:
R$ 600,00 – Max
R$ 900,00 (Lobos do asfato)
R$ 130,00 -Jantar das bandas Blackout e caixa pop – (o Boi forte deu de patrocínio apenas um crédito de 100,00); Max e Lobo jantaram no pirão de queijo;
R$ 56,00 – Jantar seguranças (3 Quentinhas e 3 refrigerantes + 6 cachorros quentes e 3 refrigerantes);
R$ 22,00 - Lanche meninas da recepção: sanduíches e refrigerantes;
R$ 99,00 - Hospedagem da banda Lobo do Asfalto;
R$ 264,00 - Hospedagens das bandas da sexta e hospedagem da revista motoclubes;
Obs: A hospedagem de Max (cortesia)
R$ 90,00 - Gastos com água no palco p/ Caixa pop e Blackout (sexta): 36 águas – 6 cachorros quentes 6 refrigerantes;
R$ 140,00 - Gastos no palco (Max e Lobo): 12 águas - 12 refrigerantes – 4 doses de whisky – 06 cervejas - 8 cachorros quentes, no final para a banda de max;
R$ 500,00 – Pagamento das recepcionistas (responsável Thais – (recepção);
R$ 350,00 – 2 parcela - Revista motoclubes entregue a Calebe no dia do evento;
R$ 680,00 - Despesas com Café da manhã, à saber: – 250,00 cachê de Ana Julia + 200,00 limpeza (Rivaldão e Coreto) + 230,00 feira (supermercado);
R$ 810,00 - Josimar da imobiliária referente ao transporte, montagem e desmontagem das tendas do terreiro do forró:
R$ 200,00 - Referente aa patrocínio de Dantas Equipadora - camisas da coordenação que foi descontado no empréstimo da revista Motoclubes e repassado por André no dia da prestação de contas – as camisas foram compradas por mim, antes do evento para a divulgação do mesmo.

Total de despesa: R$ 4.841,00

Total que tenho à receber: R$ 1. 399,00

Fora:

100,00 Farmácias são Sebastião Restante patrocínio das camisas da coordenação / 100,00 Max Rodas – Restante patrocínio das camisas da coordenação

Outras despesas do evento à pagar:

Medeiros: 700 adesivos de acesso livre – 210,00
Telão: 1.000,00
Cabelo e maquiagem das garotas – 200,00
Recepção ornamentação: 190,00

Total R$ 1.600.00

Despesas somadas:

R$ 2.999,00

MISAEL NOBREGA DE SOUSA
Coordenador do evento
Secretário Geral da FMC-PB
Vice-presidente do MC Os’40 de Patos-PB
misaeltvpb@yahoo.com.br


Abaixo Boletim enviado pela tesouraria: